A Grande Oportunidade – Covid19

Estamos diante da maior oportunidade de nossa história para construção de uma nova civilização baseada na cooperação.

A migração de um modo de produção movido a interesses individuais, para uma sociedade direcionada por objetivos coletivos.

Pela primeira vez no capitalismo estamos em guerra contra um inimigo em comum, invisível e sem ideologia. Toda humanidade convidada a se recolherem para se curar. Sem bombas, sem tiros, sem tanques ou jatos militares.

Em isolamento, somos convidados ao autoconhecimento. Ao despertar da “voz interior” que vem trazendo questionamentos profundos sobre suas razões de existir, seu propósito e metas de vida.

Neste momento, as atitudes de solidariedade, cooperativismo e de pensamentos coletivos são como respiradores para um planeta em UTI. São luzes que inspiram os novos caminhos do futuro. É esperança e alento a um sistema planetário totalmente insustentável e, até então, sem perspetivas de mudança, mesmo com os fortes gritos da ciência e de nossos novos líderes que começam a despertar em sua juventude.

Hoje apenas 8 pessoas possuem mais recursos que 50% da população do nosso planeta de quase 8 bilhões habitantes. Até quando iríamos chegar em concentração e desigualdade?

De que adianta recursos, com o equilíbrio social e ambiental em colapso?

De que adianta sua empresa prosperar se não houver estabilidade para o mercado consumidor?

De que adianta pensar apenas em você se dependemos de tantos para viver?

Temos inteligência e tecnologia para soluções globais de alta eficiência e ampla cobertura populacional, com transparência e participação social.

Não faz sentido termos 1 bilhão de pessoas passando fome, se já produzimos alimentos suficientes para alimentar a todos.

Não faz sentido 800 milhões de pessoas ainda dependendo da lenha para cozinhar, se já temos tecnologias acessíveis para resolução.

Não faz sentido termos tantos refugiados e pessoas em miséria e abandonados se temos terra suficiente para todos.

Possuímos todos os recursos e competências para uma atualização de sistema.

Um novo modelo de desenvolvimento socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente sustentável. Onde também pode ser norteado pela meritrocracia e o crescimento individual, porém SEMPRE conectado por propósitos coletivos e em plena sustentabilidade em toda cadeia produtiva.

Este sistema pode levar décadas para se estabelecer, mas ele pode nascer HOJE.

O Coronavírus veio nos presentear com a maior oportunidade de transição que já vivenciamos.

Aos que sentem o chamado, chegou a hora de agir pelo bem coletivo! Apoie soluções, pensamentos e sentimentos que promovem a união, solidariedade e cooperação!

Que após essa tempestade possamos celebrar juntos a alvorada de uma Nova Terra de Regeneração.

CORONA VIRUS E A CONSCIÊNCIA DA TRANSIÇÃO

Todos devemos ter plena consciência que neste período de transição que vivemos estamos sujeitos à colheita por tanta destruição que nosso modo de vida provoca nos ciclos e formas de vida deste planeta.

Doenças, fenômenos climáticos cada dia mais intensos, instabilidade social e econômica….todos são, infelizmente, frutos do que nós mesmos plantamos como civilização. Criamos sistemas insustentáveis e muitos absolutamente nocivos à vida.

Mas é preciso ter percepção dos fios invisíveis que conectam todos os acontecimentos….Ao fim, como disse Nikola Tesla, tudo é vibração e frequência.

Portanto, ao saber destes desafios que teremos que enfrentar nestes tempos de transição, qual vibração e frequência seus pensamentos, sentimentos, palavras e ações irão vibrar? No medo e na revolta ou na serenidade e esperança de quem sabe ser inevitável a mudança.

Para criar o novo é preciso transformar o sistema atual. Os novos modelos só podem se desenvolver na obsolescência do velho. Seja por eventos naturais ou nao isso acaba, inevitavelmente acontecendo.

O novo sistema deve ser baseado na cooperação, e não competição. Na fraternidade, e não no individualismo. No senso de comunidade e não do isolamento. Menos privilégios individuais e mais escolhas coletivas. Mais “nós” e menos “eu”.

Há muito a ser feito em todas as áreas. Precisamos de muitos. Se você sente o chamado para alguma ação ou atividade, faça! Não deixe para amanhã e comece agora a agir de acordo com sua intuição e, considere o Conselho de Steve Jobs “Siga seu coração, pois de algum modo ele sabe o que você deseja se tornar”

A ousadia do mau nos bons

O bem, geralmente passivo, constante, equilibrado precisa agora se expressar com proatividade, altruísmo e ousadia para conseguir implementar as soluções criativas e inovadoras que serão necessários para regenerar nosso planeta de mais de 100 anos de acelerada exploração e predação humana desmedida.

A percepção de mundo que temos de violência vem em grande parte pela ousadia, veemência e impacto do impulso egoísta e violento que compreendemos como “mau”. Chama muita atenção e ainda atraem muitos holofotes nesta sociedade de desejos e culto a dor….mas é como yin-yang, são duas polaridades autoexistentes que compõem uma unidade.

O desafio agora é cada pessoa boa deste mundo, que são motivadas pelo “amor aos outros”, que preferem o “nós”, ao “eu”, conseguir agir com a mesma veemência e ousadia dos maus, porém direcionados para o bem, com entusiasmo e determinação, em colaboração e acolhimento as diferenças.

O tempo de transição em que vivemos nos levará inevitavelmente há um novo modelo de sociedade. Resta saber se os bons terão a ousadia dos maus para agir no tempo e na abrangência que os desafios atuais exigem.

Soluções globais são construídas com conexões locais! É tempo de cooperação pela regeneração do mundo e da nossa própria humanidade.

A transição planetária da mente para o coração

Existe um profundo despertar acontecendo neste momento no mundo.

A transição da mente para o coração. Do raciocínio para o sentimento sincero. Do masculino para o feminino. Do “eu” para o “nós”. Do “Poder Sobre” para o “Poder Com”.

Este grande grande impulso para o autoconhecimento e a transformação de visão de mundo está conduzindo a humanidade para uma cultura pautada no amor, cooperação e cocriação de ações.

Mas o periodo que vivemos é de transição. E para evolução é preciso deixar para trás todas as limitações do passado. Estamos colhendo o que plantamos como civilização e como civilização estamos vivenciando a “noite escura antes do alvorecer”. As sombras e tudo que estava oculto em nosso interior e em nosso coletivo (família, países, comunidades) está sendo colocado às vistas, tudo está se transformando.

E este processo é vibracional. Todo nosso sistema solar está se dirigindo rumo as áreas mais “energeticas” da galáxia, mais próximo de seu núcleo. Assim como afirmou Nikola Teria ao dizer “se quiser compreender sobre você quiser descobrir os segredos do universo pense em termos de energia, frequência e vibração’, o que estamos vivenciando é a transição para uma oitava acima na escala vibratória, como as notas musicais, estamos passando um tom. Nosso planta está entrando em um novo nível vibracional.

Entraremos nos tempos de aprendizados sobre o Amor. Mas antes, passar a transição de um ciclo de aprendizados ainda sobre a “autopercepção”. Antes do ciclo do Amor é preciso ter consciência da essência “divina/onisciente’ que existe no interior de nossos corações. A consciência da unidade que existe em todas as diferenças.

É tempo de prepararmos o mundo para um novo ciclo de regeneração pelo amor. A única bússola que podemos seguir pelo coração, pela nossa consciência.

Ouça a voz de seu coração.

O que o seu coração pede que faça para o bem de sua vida e de todos que ama neste momento? Como você pode ser um ponto de luz e esperança mesmo diante de tantas notícias de caos?

A sociedade do amanhã pode ser incrível. Mas como superar a transição?

O mundo do amanhã pode ser incrível! Todos nossos confortos e conquistas da vida moderna, porém de forma inteligente, adaptada e sustentável.

A liberação de patentes (Toyota acabou de liberar mais de 24.000 patentes como também liberou a Tesla Motor) é um dos prenúncios mais importantes desta nova realidade de nosso possível futuro breve. Um Tempo em que soluções criativas em todos os níveis farão parte do cotidiano das cidades e comunidades rurais.

Motores que são movidos pelos elementos que compõe a água (hidrogênio / oxigênio), geradores magnéticos e até pneus que geram energia e despoluem o ar já existem e estão cada dia mais fortes. (veja esta solução apresentada pela Goodyear em 2018: https://www.regeneracaoglobal.com/solucao/359)

Estradas conectadas com smartphones para avisar sobre trânsito, acidentes, chuva ou serviços e comodidades. Prédios integrados para sistemas inteligentes que controlarão desde a iluminação, ar condicionado até avisos sobre manutenção e necessidade de melhorias.

Por mais que tudo pareça ficção científica, é realidade em muitas comunidades e frentes independentes pelo mundo, muitas soluções consideradas “incríveis” para a vida cotidiana, já se estabeleceram nesses lugares e estão expandindo. Atualmente possuímos mais de 10 bilhões de objetos conectados à Internet, e projeções dizem chegar a 50 bilhões até 2020. Até árvores, mesas e colchões estão enviando informações em tempo real para melhor utilização, estudo e pesquisa de novas tecnologias e inovações.

O ponto da virada

A grande questão não é se teremos esta realidade no futuro, mas sim se conseguiremos realizar a transição de forma equilibrada e colaborativa.

Para que o mundo de soluções disruptivas e “opensource” (livres para cocriação) floresca e se estabeleça será preciso uma profunda transformação nos conceitos e direitos estabelecidos pelo atual modo de produção.

Um dos possíveis primeiros (e mais complexos) passos seria o estabelecimento, de algum modo, que todos os recursos naturais e localidades essenciais para os ciclos terrestres sejam considerados bem de toda humanidade, e geridos de forma cooperativa entre muitas frentes do mundo com apoio de soluções em alta tecnologia para mapeamentos e medições.

Todo “modus operanti” do sistema atual deverá ser atualizado. Os sistemas descentralizados da atualidade não fazem mais sentido na sociedade digital em que vivemos. Apenas a dinâmica e funcionamento em rede distribuída, como as mídias sociais permitem, é capaz de gerar um sentido de consenso a nível complexo que a sociedade exige. Todos devem participar e se sentir parte das soluções. Apenas a tecnologia pode oferecer esta possibilidade a nível global.

Algumas tecnologias já disponíveis (ou em estágio inicial) serão as bases desta nova “sociedade regenerativa”. A Computação quântica, a tecnologia/conceito que está sendo chamado de “Holochain” e as redes de Inteligência Artificial integrada estarão presentes em praticamente todos os sistemas para macro e micro gestão dos sistemas terrestres e da relações entre a sociedade humana.

Desde as pequenas comunidades em meio a florestas até os maiores centros urbanos estarão integrados nesta grande base de conhecimento sobre os sistemas do planeta Terra e os impactos da ocupação humana. Nossas decisões serão auxiliadas pelas análises em tempo real de zilhões de dados sobre o meio ambiente e a sociedade humana.

Mas tudo isso só se tornará realidade se a humanidade, se nós, com nossas diferentes culturas ESCOLHERMOS o caminho da cooperação, cocriação e transparência absoluta em todas as relações produtivas. De empresas, até as famílias e profissionais de governos, todos terão a chance de fazer a escolha entre o caminho da competição, individualismo e medo ou o caminho da coletividade, confiança e senso de cooperação. Isso já esta acontecendo. E a todo momento somos conduzidos a escolhas entre o “eu” e o “nós”, entre o “ter” e o ser”. Estas decisões individuais, somadas, definirão nosso futuro como humanidade.

Para realmente alcançarmos este novo “mundo regenerativo”, em uma transição com equilíbrio, teremos que aprender sobre a essência mais importante deste amanhã: a COOPERAÇÃO. 🙂

Todas as soluções ja existem. Iremos evoluir ou silenciar o novo?

Carro movido a água salgada. Criado na Suíça, testado por mais de 10mil quilômetros e já no 3º modelo. Sistema de captação e armazenamento de água no deserto, que cria um grande iceberg sobre a areia quente com energia solar e nanotecnologia. Solução para regeneração de águas capaz de reverter, sem química, até mesmo as água afetadas pelo barro tóxico das mineradoras. Tudo isso já testado, validado e já disponível.

É incrível constatar que vivemos em uma sociedade primitiva em relação às próprias soluções que já existem e estão disponíveis para serem multiplicadas pelo mundo. É como se estivéssemos escolhendo por livre e espontânea vontade o caminho do insustentável, da escassez, da extinção.

Diante de soluções fantásticas e de livre acesso, o dinheiro faz sucumbir o progresso na estratégia de negócios da compradora, com a elogiada estratégia monopolista. A cada nova crise, mais concentração de poder e renda nas mãos de pouquissimos (apenas 8 pessoas já possuem mais que 50% da população – 4 BILHÕES de pessoas).

A constatação de enorme desequilíbrio nos demonstra a inerente incongruência deste modelo. Isso não pode ser o melhor que podemos fazer como raça humana! Mais de um BILHÃO de pessoas sem água nem alimento para viver, mesmo com produção de alimentos maior que o consumo. Nós ainda queimamos alimentos quando produzimos muito para não “desvalozirar” o produto. Isso não pode ser normal nem gerar conformismo.

É como um sistema que aprisiona a humanidade aos mesmos valores que criaram a revolução industrial, mesmo ela já não se aplicando mais a realidade de hoje. Nem Karl Marx, nem Adam Smith, nem
John Locke ou qualquer outro pensador que formou a base conceitual da nossa sociedade jamais podiam imaginar (e nem prever) o advento da internet e a sociedade ultraconectada com as mídias sociais, dando voz e poder para qualquer pessoa com uma informação de valor.

O desafio agora é evoluir do “PODER SOBRE” para o “PODER COM”. Um novo modo de produção mais baseado na cooperação que na competição, na coletividade ao individualismo. Precisamos atualizar o sistema que rege a metodologia de funcionamento do dinheiro, pois esta é a essência da sociedade primitiva e absolutamente insustentável em que vivemos. Tudo se justifica pelo crescente lucro e resultados aos “steakholders”. Tudo mesmo.

Como em um filme de drama, nosso roteiro não permite muito tempo para realizarmos esta complexa e profunda mudança.

Segundo a ONU e estudos independentes, o clima da Terra já está em “território desconhecido”, ou seja os fatos atuais já não têm paralelo desde o início das medições. São centenas de indicadores em recordes históricos. .. da mudança de acidez e temperatura dos oceanos as alterações de chuvas/secas, cobertura de gelo, extinção de animais essenciais e gases na atmosfera.

Estamos testando os limites de nosso magnífico e abundante planeta ao extremo, mesmo ja possuíndo as soluções necessárias para uma nova sociedade.

Até quando?

No amanhã, depois da transição, este período de curtíssimo prazo onde grandes e definitivas mudanças ocorrem, qual sociedade teremos? Uma humanidade de Regeneração, agindo em coletivos e compartilhando tecnologias e soluções, ou uma humanidade de Extinção, agindo por interesses próprios e monopolizando soluções?

As respostas ninguém têm. Mas como seres participantes deste momento, o chamado é para agir de alguma forma para lidar com tudo isso. Cada um a sua maneira, em seu porte e relevância… Criando, fazendo e acreditando que é possível transformarmos este mundo primitivo de ganância e individualismo em uma sociedade regenerativa de cooperação.

Como diz o conselho de Steve Jobs, um dos maiores líderes dos nossos tempos: “Tenha coragem de seguir o que seu coração e sua intuiçâo dizem. Eles já sabem o que você realmente deseja. Todo resto é secundário.”

Portanto, sintonize sua intuição, medite, e contribua ativamente para a adoção de novos comportamentos e hábitos que sejam mais integrados com o seu interior. Encontre a sua verdade, a sua bússola para a evolução.

Pra começar, basta um sorriso sincero ao próximo doar.
O que hoje faz chorar, amanhã lembrará sobre o valor do Amar.

LINKS

Compartilhamos a esperança coletiva ou a revolta individual?

Enquanto muitos debatem se o mundo esta melhorando ou piorando, temos o poder de decidir o lado que queremos fortalecer:

Compartilhamos a esperança e o incentivo a novos modelos, ou nossos conteúdos aprofundam o sofrimento e a lamentação/revolta por um sistema apodrecido? Compartilhamos a esperança coletiva ou a revolta individual?

Vivemos na Era da Informação. Use sua influência digital e sua possibilidade de interação para favorecer conhecimentos e práticas sobre soluções e um novo sistema cultural que possibilite o equilíbrio e sustentabilidade em nosso modo de vida e processos produtivos.

Todas as soluções já existem. Mas quem as colocarão em prática? A liderança é fundamental nestes tempos em que “uma grama de ação vale mais que uma tonelada de teoria”. Cada conteúdo que estimulamos importa nestes tempos de transição.

O chamado é forte. Seja grande ou pequeno, fortaleça iniciativas para uma nova sociedade regenerativa. Se não por você, pelos outros que ainda virão.

A decisão é interior, mas a consequência é coletiva. 
Apenas com união e senso de comunidade podemos alcançar uma sociedade regenerativa.

14/01/2019