A HORA DE DESPERTAR SEU PROPÓSITO

À todos que sentem o chamado para à prática do Bem, chegou a hora de agir!
À todos que sentem que estão vivendo por uma missão coletiva, chegou a hora de agir!
A todos que sentem que o NÓS é mais importante que o EU, chegou a hora de agir!

Os colapsos já eram esperados. Os ciclos de transição da Terra já são explicados e anunciados há milênios. E, para agravar, nossa sociedade cresceu sob sistemas artificiais, anti-naturais e insustentáveis, e invariavelmente receberiam frutos de colapsos.

O chamado é para AGIR para que este desafio Global seja o estopim para o nascer de uma nova era. A tão anunciada “Terra de Regeneração”, baseada na cooperação e fraternidade.

Mas para isso devemos começar a agir hoje! Seja nas ruas como voluntário em Medicina, na internet e redes sociais ou mesmo em oração e meditação, o chamado é para transmitir pensamentos e sentimentos de esperança e soluções. Transformar a polaridade do medo em confiança e equilíbrio.

Um missão coletiva só se vence com a participação de muitos!

Caso ainda não saiba como agir, pergunte em meditação ao seu coração e receberá orientação para agir.

CHEGOU A HORA DE AGIR!
LEVANTEM-SE GUERREIROS DA ESPERANÇA!

“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu estás comigo”. Salmo 23:4

O poder do seu exemplo para a Humanidade

Muitos pensam ser irrelevante as ações conscientes de apenas uma pessoa diante de toda humanidade. E, as vezes, chegam a pensar: “de que vale todo esforço se é inútil diante de tanta complexidade?”

Ao olhar apenas ao fato em si, se esquecem que o maior benefício de adotar práticas conscientes no dia a dia não é apenas a noção de respeito à vida, mas sim o fortíssimo exemplo que transforma a própria conduta, inspira novos comportamentos e lidera mudanças culturais. Os bons exemplos geram vidas com entusiasmo já que atraem naturalmente experiências amorosas e fraternas. É o ciclo inefável da gentileza.

Cada um de nós somos protagonistas na percepção de realidade que temos e, em uma sociedade cada dia mais conectada, somos capazes de influenciar os rumos de uma família, empresa, cidades e nações. É preciso despertar para o poder que possuímos de influenciar nosso meio.

Existe um padrão que se repete antes de toda decisão que nos tira da zona de conforto. A ideia inicia em pensamento e, em seguida, ganha emoção com os sentimentos, para após os crivos do raciocínio, estar pronta para ser executada. Tudo começa sempre com um pensamento….sutil, rápido, inesperado…um exemplo que você vê, escuta e compreende pode ser a peça que faltava para uma nova decisão.

Qual a natureza de seus pensamentos? E os sentimentos? Quais tipos de exemplos eles estão criando? Você teria vergonha ou plenitude se tivesse que expor seu estado interior? A fonte de suas decisões e também da saúde do corpo fisico é fruto desses dois corpos sutis: pensamento (mente) e sentimento (coração). Neles estão as fontes de seus exemplos.

A cura interior atravez do autoconhecimento é pré-requisito fundamental para conquista de uma sociedade fraterna em comunidade. Avanços tecnológicos sem avanço moral de nada adianta, a não ser gerar guerras e ressentimentos.

O chamado é para nutrirmos nosso interior de pensamentos e sentimentos superiores para sermos como ponto de luz e exemplo ao mundo e a nós mesmos.

“Muitos serão chamados, mas poucos escolhidos”. O chamado está em alto e bom tom. A escolha é sua.

A produção de Alimentos deve gerar vida, e não morte

É preciso estudar, investigar e ter consciência maior sobre a extensão e profundidade das consequências nos múltiplos ciclos naturais pelo uso de tantos agrotóxicos e seus elementos químicos em nossa produção alimentícia. Pelo ar, pela água, pelo solo…tudo está sendo contaminado e estamos sobrecarregando o meio ambiente com químicos nocivos.

A chamada “Revolução Verde” trouxe o maquinário pesado, a monocultura e as “leis do mercado” que fez sucumbir o alimento criado de forma distribuída, pelo carinho e zêlo de familias dedicadas à terra. Mil famílias produzem tanto quando uma fazenda.

Quando quem planta são as pessoas e não as máquinas, todo alimento tem origem e significado.

Com toda evolução que temos, será mesmo que não podemos plantar sem matar nem destruir os ciclos naturais?

Alimento deve ser sinônimo de vida, e não de morte. Busquemos aplicar as soluções que podem nos levar a uma nova relação com nossos alimentos de todo dia!

Apoie a produção agroecológica de alimentos! Compre e incentive produtos orgânicos sempre que puder. Apenas com a mudança do consumo é possível mudar a produção!

A mudança de hábitos e cultura é a parte mais importante e desafiadora para uma Terra de Regeneração se tornar realidade.

O Sol é a base da evolução. Como podemos usá-lo para evoluir?

O Sol é a base energética deste planeta, e todos os dias está a nossa disposição. Como estamos aproveitando seu potencial para nossa saúde e bem estar?

Muito mais que vitamina D, se expor por alguns minutos à Luz direta do sol, é uma oportunidade de autocura, meditação, e a nível mais profundo, sintonização com frequências mais elevadas.

Assim como escovar os dentes, a necessidade da exposição diária a luz do sol deve se tornar um hábito cada dia mais comum. Muitos estudos já demonstram os benefícios para o corpo. Porém, a mente e o espírito também acolhem as energias emitidas pelo Sol, e embora não haja forma de mensuração na medicina atual, são percebidas a nível individual e psicológico em cada pessoa.

A união do sistema CORPO-MENTE-ESPÍRITO forma a totalidade do ser humano. E o Sol é um grande aliado da evolução, mas é preciso expor o corpo aos seus fótons para que as transformações químicas e energéticas aconteçam.

É necessário poucos minutos, mas todos os dias. Pare, respire lenta e profundamente, e sinta a energia do sol em seu corpo. Este mínimo já basta. Em menos de um mês já irá perceber claramente as mudanças a nível mental, físico e emocional.

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O tempo ideal para a exposição solar diária varia de acordo com a tonalidade da pele, entre 5 minutos para muitos claras até 30 minutos para peles mais escuras. O importante é estar hidratado e reparar os sinais do seu corpo. A dor não faz parte do processo, então busque sempre o equilíbrio para se sentir bem.

A luz que guia na transição

CONSCIÊNCIA - VIRTUDES E VALORES

Quanto mais próximos do Ajustamento
Mais eminente estamos do sofrimento
Será a fé a última esperança a Contar?
Só podemos sentir, agir e Aguardar

Tudo que é bom se propaga pelo Ar
O que vibra Amor já se vê Ampliar
A energia do interior que fará Crescer
A inabalável força que existe no Ser

Quando Sentir-se só, olhe para o Céu
Qual a essência do seu Eu sem Véu?
Quando sentimos a energia que Existe
Transformamos em Paz, tudo que era Triste

Pelo simples motivo
De sentir que és vivo
E que o caminho do Bem
É uma certeza no além.

A infinita jornada interior pela Evolução

Em nosso interior existem duas forças que ficam constantemente “batalhando” por nossas decisões, afetando nossa saúde física e mental.

Um delas representa a voz de nossas crenças limitantes que precisam ser superadas. E a outra, a voz infalível e onipresente de uma Sabedoria maior que a compreensão da lógica humana, que a todo instante tenta mostrar os acontecimentos e caminhos sob a ótica do amor, da paz e do respeito. Nos traz vergonha sem julgamentos pelos erros, e alegria sem vaidade pelos acertos.

Cada dia mais, percebo que a nossa vida se resume a compreender essas “vozes”, assumir nosso papel como eternos aprendizes e seguir aquela voz que sabemos que nos levará ao equilíbrio e harmonia conosco e com todas as formas de vida, e nos conduzirá adiante na infinita jornada de evolução que estamos apenas começando.

Primeira norma técnica para cidades sustentáveis é criada no Brasil

Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017. A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida.

O trabalho de estudo e tradução da norma internacional já existente para esse tema foi feito pela Comissão de Estudos Especial 268 da ABNT, uma comissão espelho da Technical Committee TC 268 da ISO, a Sustainable cities and communities, que atuou na confecção da norma internacional. A CEE 268 foi coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica (Poli) da USP, Alex Abiko.

Segundo o professor, trata-se de uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 – Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life. “Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade no que se refere à sustentabilidade.”

A iniciativa de ter uma norma nacional sobre o assunto nasceu das atividades de pesquisa do próprio Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que tem uma linha de estudos em planejamento e engenharia urbanos, e teve colaboração da doutoranda do departamento, a engenheira Iara Negreiros.

A primeira norma técnica para cidades sustentáveis contém 100 indicadores de sustentabilidade urbana e trata dos aspectos ambiental, econômico, social e tecnológico, entre outros. “Esse documento vai ajudar os municípios, governos de Estado, o Ministério das Cidades a medir a sustentabilidade das cidades, mas essas normas não estabelecem padrões”, explica Abiko.

Ou seja, a norma não fala se uma cidade é sustentável ou não, mas estabelece quais requisitos devem ser avaliados para se medir essa sustentabilidade. Engloba indicadores de diferentes áreas, tais como: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano etc.

Empresas
Além do setor público, a NBR ISO 37120:2017 também pode ser usada pelas empresas para que atestem, para clientes e governo, o quão sustentável são seus empreendimentos. “Gostaríamos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, afirma Abiko.

A norma nasceu de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber como medir a sustentabilidade das cidades e fomos investigar como isso é feito no mundo. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversos países, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul, e inclusive alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta foi, então, qual seria o melhor sistema para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta.

Nessa pesquisa pelo melhor sistema, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização, entidade que congrega as associações de padronização/normalização de 162 países do mundo, incluindo o Brasil.

“Ela foi selecionada porque é resultado da discussão e trabalho de uma entidade que reúne quase todos os países do mundo, o que dá muita credibilidade e torna a norma internacional. As outras normas que estudamos trazem elementos que são muito particulares das realidades locais, o que torna mais difícil implementá-las em contextos diferentes, enquanto a ISO sempre busca unir o melhor de todas as normas em uma só”, destaca.

Selecionada a norma ISO, a Comissão 268 passou a trabalhar na tradução do documento. Não bastava apenas traduzir para a língua portuguesa, mas fazer uma avaliação técnico-científica do documento porque, ao mesmo tempo em que não se pode alterar uma norma ISO para adotá-la e ela ser uma norma NBR ISO, é preciso fazer adaptações em itens para que a norma faça sentido ou seja adaptada à realidade brasileira, o que foi feito por meio de notas.

Um exemplo de nota brasileira está na definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos, no Brasil, os termos assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse trabalho envolveu diversas instituições e órgãos públicos, tais como a Caixa, Ministério das Cidades, Sabesp, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato da Habitação (Secovi), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS), Poli, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), Instituto de Engenharia, entre outras, que compuseram a CEE 268.

As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE 268 são as de Sistemas de Gestão para o Desenvolvimento Sustentável, cujos trabalhos já estão avançados, as de Cidades Inteligentes e as de Cidades Resilientes, em nível mais preliminar.

“É importante participar da discussão de novas normas internacionais desde o início. Se nos aproximamos de outros países e instituições internacionais, podemos colocar nas normas internacionais as questões específicas do Brasil”, conclui Abiko.

FONTE: Sustentarqui