Como pode ser a nova “educação regenerativa” de um mundo pós Covid19?

Medite nesta foto. São de escolas na Escócia. Compare com a imagem das salas de aula com carteiras enfileiradas e lousas de giz.

Em tempos de tecnologia onde a informação está amplamente acessível o que é REALMENTE importante ensinar para as crianças e jovens, a nossa futura geração?

O que precisamos aprender e ensinar para vivermos de forma mais equilibrada e autosuficiente? Qual a importância da “sabedoria” e conhecimentos oferecidos por nosso próprio planeta em suas plantas, animais e ciclos?

A Educação é a base, e ela precisa ser profundamente transformada para se adaptar a sociedade digital ultraconectada em que vivemos.


Pessoas que aprenderam em casa estão substituindo muitos com formações acadêmicas por comprovarem serem melhores em conhecimentos e realizações práticas. É cada dia menos importante possuir um diploma para conseguir um emprego.


Mas para chegar ao emprego, é preciso passar pela Educação básica, que é como uma base motivadora dos sonhos e dos projetos de vida de todos nós.
Como a Educação pode contribuir para uma futura geração baseada na cooperação e não na competição?


Muitas perguntas, com respostas sendo construídas em tempo real, até mesmo agora, enquanto você lê e reflete sobre tudo isso. As soluções começam nos pensamentos.

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Comentário interessante feito por Aláya Dullius no Facebook:
“Fui à Escócia ano passado, quando visitava a Ilha de Iona (5mil habitantes) passei em frente à unica escola local. Minha filha estuda numa escola waldorf, e por isso o jardim da escola me chamou atenção >
Balanço na árvore, pneus, igual a waldorf daqui.”

“Havia uma horta e muitos brinquedos de madeira, desses de escalar e brincar com o corpo. Nenhum plástico prá fabricado. A ilha não é uma comunidade humilde e o prédio da escola ao lado do jardim de infância (a casa do ensino fundamental) era bem grandinha (pro tamanho da população)

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**A foto do topo do texto é de uma reportagem do The Guardian sobre a reabertura das escolas da Escócia diante do Covid19. Como solução para diminuir risco de contágio, o país está propondo uma educação “ao ar livre” com atividades mais integradas com a natureza.
Link: https://www.theguardian.com/uk-news/2020/may/10/scotland-eyes-outdoor-learning-as-model-for-reopening-of-schools#img-1

OS 110 DIAS DA REVELAÇÃO – Possíveis jornadas humanas até 1º de Setembro 2020.

Os próximos 110 dias, segundo os estudos do tempo baseado na visão cosmológica da civilização Maia, representa um ciclo de grande intensidade. Será um período em que deveremos cruzar o “oceano da morte”, da transformação, para adentrar as terras da receptividade, criatividade e das novas possibilidades e soluções.

A partir de hoje, dia 13 de maio, até o dia 1º de Setembro, serão 110 dias que podem representar um ciclo completo de queda, ápice e início do tempo de ascensão de novas soluções e consensos ainda desconhecidos ou impossíveis no momento presente.

Durante estes 110 dias, segundo o chamado “Sincronário de 13 Luas”, baseado na cosmologia Maia, teremos dois ciclos muito diferentes. Até meio de julho estaremos no “tempo da morte”, onde através da transformação existe a renovação para um novo ciclo de nascimento. Provavelmente serão dias de abalo profundos e de grande revelação do que estava oculto, ainda com dificuldades para enxergar soluções, consensos ou caminhos claros a seguir.

Entre meio de julho e agosto, será um ciclo de criatividade, onde a receptividade de muitos estará em seu ápice e poderão dar início a novas possibilidade e soluções inesperadas, que nunca foram aplicadas. Bom momento para a medicina e a inspiração de milhares de profissionais da Saúde dedicados ao mesmo objetivo. Provavelmente será um tempo de renascimento da esperança em muitos corações. Espontaneamente deverão nascer impulsos criativos em pessoas de governos, empresas e organizações que podem resultar em projetos e ações muito positivas para a comunidade ou até para toda humanidade.   

Após esses 110 dias poderemos iniciar uma etapa de consenso sobre o “como” e “de que forma” agir para estabilizar o covid19, e mais preparados para uma implementação distribuída de forma mais coordenada.

A consciência estará inevitavelmente ampliada pelas experiências que serão vivenciados. Em muitos locais onde não há sintonia coletiva entre as pessoas, a dor e o sofrimento poderão ser os únicos professores para ensinar e moldar as decisões humanas ao encontro deste consenso gerado pelos fatos e experiência vividas.

Porém, quando existe ação e sintonia coletiva, este desafio pode ser superado sem dor e com equilíbrio e harmonia. Em alguns países, as escolas nunca pararam de funcionar e hoje praticamente não possuem mais casos. Nestes locais, todos estão em alerta, todos estão unidos e agem de forma coletiva.


O entendimento de que a cooperação, o altruísmo e a ação coordenada representam os melhores caminhos para seguirmos como sociedade será cada dia mais natural, intuitivo e inevitável.

Os novos modelos e metodologias propostos por governos, empresas e organizações serão os responsáveis por liderar este processo de adaptação para uma nova realidade, poderá ser melhor que a anterior.  
Segundo estes estudos do tempo e ciclos baseados na cosmologia Maia, ao final desses 110 dias poderemos ter a revelação dos caminhos claros e a construção de consensos hoje ainda impossíveis. Além de soluções para superar o problema covid19, também poderão surgir muitas iniciativas para a construção de uma “sociedade regenerativa” mais inteligente, sustentável e mais preparada para agir e pensar coletivamente.


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**Informações obtidas a partir de análise do chamado “Estudos do Tempo” do Sincronário de 13 Luas e especificamente do calendário Tzolkin, de 260 dias, formado por 20 ciclos de 13 dias, considerado um “calendário mágico” pelos Maias, que guiava a agricultura, comemorações sociais e celebrações religiosas. Este ciclo de 260 dias está muito presente na vida, representando o tempo de gestação humana, os ciclos das fases da lua e o plantio e colheita de muitas espécies de alimentos.

Os maias baseavam a contagem do Tempo em muitos ciclos, que se encaixavam como roldanas, mas os três maiores eram: período orbital da estrela de Sírius A e Sirius B – 52 anos, a Translação Solar – 365 dias e o Ciclo Lunar – 260 dias. A proposta de uma nova contagem do tempo baseada em ciclos naturais, e não em origens artificiais e arbitrárias como do atual calendário gregoriano, é de um ano composto por 13 meses de 28 dias cada, com 4 semanas de 7 dias em cada mês.

AS DORES DE PARTO PARA UM NOVO MUNDO

Vivemos o ápice da transição. E este momento pode ser comparado com as derradeiras horas de um trabalho de parto. Quem é mãe e pai que acompanhou um trabalho de parto natural sabe a luta, a ansiedade e a força interior que são necessárias para superar este momento tão desafiador, porém também lindo e inspirador.

Assim como não conseguimos ver direito o novo filho antes dele nascer, também estamos dependendo de “visões de ultrassom” para uma contemplação “embaçada”, pouco nítida, de um futuro, para assim, tentarmos supor o que está por vir…qual será o “Novo Normal” deste mundo pós-Covid19.

Os “sistemas administrativos” do mundo já foram superados pelos desafios que se apresentam. Não há soluções já aplicadas que dê total clareza sobre o “caminho ideal” para agir. Precisaremos CRIAR as novas soluções.

Neste momento, há tempestades no céu da mente, abalando os pensamentos, e ressaca nas águas das emoções, mexendo com os sentimentos de praticamente todos os habitantes do Planeta.

Estamos todos vivenciando essa “febre global”, que assim como no corpo, tem a função de ativar ao máximo nossas celulas de defesa e estado de alerta. É o ápice de um parto que, com dor e força interior, realizará o “milagre” de gerar um novo ser, uma nova realidade ao planeta.

O estado “tenso” desta etapa é esperado e natural, devemos aceitar e nos adaptar. Afinal nosso mundo ja mudou e não deu tempo de nos prepararmos com planejamento e tranquilidade para este momento. De repente, vivemos este estágio de “pupa”, enclausurados, aguardando o florescer de um novo estágio, de um “Novo normal” para seguirmos novamente em alguma rotina produtiva.

Independente da origem deste vírus, nós como humanidade criarmos as possibilidades para isso acontecer.

Algum tipo de colapso era inevitável diante de uma civilização, que ao menos nos últimos 250 anos, vem sendo moldada pela desigualdade, insustentabilidade, competição e ganância.

Devemos agradecer ao fato de podermos dar a luz a um novo sistema sem guerras nem cataclismas ambientais, pois seriam caminhos muito piores e mais desafiadores.

O foco agora deve ser a finalização, com maior sucesso e equilíbrio possível, desse trabalho de parto. Não é hora de arriscar, mas sim agir com extrema cautela e zêlo, como este momento tão delicado exige.

Devemos nos manter extremamente atentos, evitando ao máximo nos expor a riscos e agindo com pensamento coletivo em prol do bem comum. Todo comportamento o que tiver reflita quais mensagens ele transmite. Suas decisões ajudam a criar ou fortalecer soluções?

Muitas redes de solidariedade estão se formando. Se puder, una-se a alguma delas!

Neste momento a doação será extremamente vital para milhões de pessoas em risco social.

Mas se simplesmente sentir a necessidade de “se fechar”, responda a esse chamado e busque o autoconhecimento. Dedique-se inteiramente a sua Cura Interior que ira despertar, naturalmente, o seu propósito é melhor modo de agir.

Só temos uma certeza: este parto (ápice) vai terminar.

Ao fim, teremos o resultado de um “Novo Normal” que será como um bebê que precisaremos guiar e conduzir.

A todos que sentem o chamado, está a hora de agir!

Precisamos guiar as possibilidades deste “novo normal” rumo a um novo mundo de regeneração, baseado na cooperação e na fraternidade entre os povos da Terra.

Chamado a centistas, médicos, políticos, líderes, pensadores, agricultores, psicólogos, economistas, terapeutas, entusiastas e todas as pessoas dispostas a contribuir com essa missão global de paz e desenvolvimento cooperativo e integrado.

Precisamos de todos para a construção desta “Aliança Global pela Regeneração”.

Apenas unidos, em redes de cooperação, poderemos superar com equilíbrio este desafio!

A sua decisão por agir irá influenciar o seu futuro, das pessoas que você ama, e por fim, de nosso próprio futuro! Tudo está conectado. Em essência, somos todos Um.

A ousadia do mau nos bons

O bem, geralmente passivo, constante, equilibrado precisa agora se expressar com proatividade, altruísmo e ousadia para conseguir implementar as soluções criativas e inovadoras que serão necessários para regenerar nosso planeta de mais de 100 anos de acelerada exploração e predação humana desmedida.

A percepção de mundo que temos de violência vem em grande parte pela ousadia, veemência e impacto do impulso egoísta e violento que compreendemos como “mau”. Chama muita atenção e ainda atraem muitos holofotes nesta sociedade de desejos e culto a dor….mas é como yin-yang, são duas polaridades autoexistentes que compõem uma unidade.

O desafio agora é cada pessoa boa deste mundo, que são motivadas pelo “amor aos outros”, que preferem o “nós”, ao “eu”, conseguir agir com a mesma veemência e ousadia dos maus, porém direcionados para o bem, com entusiasmo e determinação, em colaboração e acolhimento as diferenças.

O tempo de transição em que vivemos nos levará inevitavelmente há um novo modelo de sociedade. Resta saber se os bons terão a ousadia dos maus para agir no tempo e na abrangência que os desafios atuais exigem.

Soluções globais são construídas com conexões locais! É tempo de cooperação pela regeneração do mundo e da nossa própria humanidade.

A transição planetária da mente para o coração

Existe um profundo despertar acontecendo neste momento no mundo.

A transição da mente para o coração. Do raciocínio para o sentimento sincero. Do masculino para o feminino. Do “eu” para o “nós”. Do “Poder Sobre” para o “Poder Com”.

Este grande grande impulso para o autoconhecimento e a transformação de visão de mundo está conduzindo a humanidade para uma cultura pautada no amor, cooperação e cocriação de ações.

Mas o periodo que vivemos é de transição. E para evolução é preciso deixar para trás todas as limitações do passado. Estamos colhendo o que plantamos como civilização e como civilização estamos vivenciando a “noite escura antes do alvorecer”. As sombras e tudo que estava oculto em nosso interior e em nosso coletivo (família, países, comunidades) está sendo colocado às vistas, tudo está se transformando.

E este processo é vibracional. Todo nosso sistema solar está se dirigindo rumo as áreas mais “energeticas” da galáxia, mais próximo de seu núcleo. Assim como afirmou Nikola Teria ao dizer “se quiser compreender sobre você quiser descobrir os segredos do universo pense em termos de energia, frequência e vibração’, o que estamos vivenciando é a transição para uma oitava acima na escala vibratória, como as notas musicais, estamos passando um tom. Nosso planta está entrando em um novo nível vibracional.

Entraremos nos tempos de aprendizados sobre o Amor. Mas antes, passar a transição de um ciclo de aprendizados ainda sobre a “autopercepção”. Antes do ciclo do Amor é preciso ter consciência da essência “divina/onisciente’ que existe no interior de nossos corações. A consciência da unidade que existe em todas as diferenças.

É tempo de prepararmos o mundo para um novo ciclo de regeneração pelo amor. A única bússola que podemos seguir pelo coração, pela nossa consciência.

Ouça a voz de seu coração.

O que o seu coração pede que faça para o bem de sua vida e de todos que ama neste momento? Como você pode ser um ponto de luz e esperança mesmo diante de tantas notícias de caos?

Novo estado dos EUA impõe restrições ao principal herbicida da Monsanto

O Tennessee tornou-se o quarto estado a impor restrições ao principal herbicida da Monsanto, o Dicamba.

Os agricultores do estado afirmaram que o herbicida se expalhou para fazendas vizinhas, danificando as culturas que não foram geneticamente modificadas para suportá-lo.

O Tennessee segue o estado de Arkansas, Missouri e Kansas, mantendo a gigante global Monsanto como a responsável pelos danos ambientais. Dicamba é o principal ingrediente dos herbicidas produzidos pela Monsanto, BASF e DuPont para uso em soja e algodão que foram geneticamente modificados para tolerar o produto químico. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) aprovou o dicamba como seguro para uso em 2016 contra ervas daninhas de folhas largas.

Apesar de sua suposta eficácia, os agricultores do sul dos Estados Unidos dizem que o dicamba custou aos seus vizinhos milhares de dólares em colheitas perdidas devido à sua derrapagem para as fazendas vizinhas. Diversas ações judiciais já foram movidas contra produtores de dicamba. Um fazendeiro em Wyatt, Missouri, Hunter Rafferty, disse à Reuters: “Nós tivemos danos em quase todos os acre de soja que cultivamos no sudeste do Missouri. Na nossa pequena cidade, as azáleas, as plantas ornamentais, as pessoas perderam suas hortas. É um grande problema.

De acordo com Rafferty, 3.000 a 4.000 acres de soja em sua fazenda da família foram comprometidos por causa do dicamba à deriva. Ele diz que as folhas das plantas se contraíram em formas semelhantes a taças – um sinal de alerta de que as sementes de soja foram de alguma forma alteradas.

Aparência das folhas que recebem Diacamba.

A Monsanto rejeitou essas alegações como divagações de agricultores sem instrução. Eles insistem que esses são desafios enfrentados por toda e qualquer estratégia de adoção antecipada. Representantes da Monsanto compararam a contaminação cruzada a dores de cabeça semelhantes enfrentadas pela empresa quando lançou as culturas resistentes ao glifosato Roundup Ready há 20 anos; uma situação que foi “consertada” mesmo quando os relatórios recentes sugerem o contrário. (saiba mais em: Monsanto: História de Contaminação e Encobrimento.)

“Em quase todas as tecnologias no primeiro ano há problemas que você precisa resolver”, disse Robb Fraley, diretor de tecnologia da Monsanto, em resposta às ações judiciais do dicamba.

Fraley se une aos porta-vozes da BASF e da DuPont que implicam o manuseio inadequado, ao invés de questões químicas inerentes, como a causa das colheitas danificadas. Ele diz que os fazendeiros não seguem os rótulos das aplicações, usam equipamentos contaminados e até mesmo compram formulações mais antigas do herbicida para economizar nos custos, mas que são mais propensos à deriva. No entanto, ele disse que a Monsanto irá procurar salvaguardas adicionais para o uso do produto.

Dicamba foi desenvolvido para combinar com sua linha Xtend de soja e algodão que foram projetados para lidar com o herbicida. A linha destinava-se a substituir produtos anteriores que continham apenas glifosato. Em 1970, a Monsanto introduziu culturas resistentes ao glifosato para combater o rápido crescimento de ervas daninhas destruidoras de plantas.

No final do ano passado, a Monsanto apresentou sua nova formulação de dicamba, comercializada como XtendMaxTM. O herbicida foi relatado como de baixa volatilidade, o que a empresa descreveu como sendo menos propenso a se tornar mais flexível, e intrigante, mais capaz de “maximizar o potencial de produção”. Em seu comunicado oficial, a Monsanto projetou mais de 15 milhões de Roundup. Pronto 2 Xtend acres de soja, bem como três milhões de acres de algodão Bollgard II XtendFlex até o final de 2017.

Essas estimativas podem não se concretizar, no entanto, dadas as últimas restrições impostas pelo Tennessee. Parte destas diretrizes incluem permitir a aplicação apenas das 9h às 16h e proibir o uso de formulações dicamba mais antigas.

O comissário de Agricultura do Tennessee, Jai Templeton, disse: “Estou confiante de que podemos resolver esse problema, como em outros casos, para garantir o uso seguro e eficaz dessas ferramentas”.

Fontes:

NatualNews.com

Reuters.com

News.Monsanto.com

BusinessInsider.com

CEN.ACS.org

A transição para uma sociedade cooperativa

As bases tradicionais da nossa sociedade estão se desmantelando com a velocidade das conexões e a infinita cocriação que a rede permite. Nossos países, empresas e famílias já são dependentes da internet nesta era da comunicação.

Estamos entrando em uma sociedade aberta, cooperativa, com projetos e estratégias que permitem verdadeiramente a participação e cocriação das pessoas.

Compartilhar resultados, inspirar pelo exemplo e realmente se importar com as pessoas. Este é o caminho que marcas (e pessoas) serão cada dia mais incentivadas a escolherem.

Como os navegadores do sec XVI, não sabemos ao certo onde iremos desembarcar ou se até descobriremos uma nova terra desconhecida, mas é certo que navegar em novos mares é preciso.

Vivemos os tempos MUTÁVEIS, onde o foco e chamado é para se desprender dos antigos sistemas e metodologias e criar o novo de todas as formas e maneiras.

Assim como a internet, iphone e centenas de invenções que transformaram a sociedade, estamos nos anos que precedem uma nova descoberta transformadora. Ainda não sabemos da nova soluções que em breve irá ser apresentada/compreendida, mas sabemos que este é sempre o destino da Natureza quando algo precisa se reequilibrar.

Precisamos parar de colocar tanta energia em discutir e conhecer os nossos infinitos problemas e injustiças! É tempo de FOCO NAS SOLUÇÕES, nas propostas, ideias e iniciativas que podem nos levar a uma nova forma de viver, em maior equilíbrio.

Não compartilhe o que é negativo. Não amplie estas egrégoras de dor. Compartilhe apenas as soluções e os novos caminhos que favorecem nossa sociedade e a nossa cura e autoconhecimento individuais.

Tudo esta conectado. Você está cocriando o futuro da humanidade. Somos todas células de um mesmo organismo vivo chamado Terra.