A ousadia do mau nos bons

O bem, geralmente passivo, constante, equilibrado precisa agora se expressar com proatividade, altruísmo e ousadia para conseguir implementar as soluções criativas e inovadoras que serão necessários para regenerar nosso planeta de mais de 100 anos de acelerada exploração e predação humana desmedida.

A percepção de mundo que temos de violência vem em grande parte pela ousadia, veemência e impacto do impulso egoísta e violento que compreendemos como “mau”. Chama muita atenção e ainda atraem muitos holofotes nesta sociedade de desejos e culto a dor….mas é como yin-yang, são duas polaridades autoexistentes que compõem uma unidade.

O desafio agora é cada pessoa boa deste mundo, que são motivadas pelo “amor aos outros”, que preferem o “nós”, ao “eu”, conseguir agir com a mesma veemência e ousadia dos maus, porém direcionados para o bem, com entusiasmo e determinação, em colaboração e acolhimento as diferenças.

O tempo de transição em que vivemos nos levará inevitavelmente há um novo modelo de sociedade. Resta saber se os bons terão a ousadia dos maus para agir no tempo e na abrangência que os desafios atuais exigem.

Soluções globais são construídas com conexões locais! É tempo de cooperação pela regeneração do mundo e da nossa própria humanidade.

China planeja lançar uma ‘lua artificial’ para iluminar os céus noturnos

BEIJING, CHINA (Photo by VCG/VCG via Getty Images)

Os céus noturnos podem em breve ter companhia: cientistas chineses planejam lançar uma lua artificial em órbita até 2020 para iluminar as ruas da cidade depois de escurecer.

Os cientistas esperam pendurar a lua feita pelo homem sobre a cidade de Chengdu, capital da província de Sichuan, sudoeste da China, de acordo com um relatório da mídia estatal chinesa. A imitação do corpo celeste – essencialmente um satélite iluminado – terá um revestimento reflexivo para lançar a luz do sol de volta à Terra, onde ela irá suplementar as luzes da rua à noite.

Os cientistas estimaram que ele poderia ser oito vezes mais luminoso que a lua original. Também irá orbitar muito mais perto da Terra; cerca de 500 km (310 milhas) de distância, em comparação com os 380.000 km da lua (236.000 milhas).

Mas o ambicioso plano ainda não “iluminaria todo o céu noturno”, disse Wu Chunfeng, chefe da Sociedade de Ciência da Nova Área de Tian Fu, ao China Daily. “Seu brilho esperado, aos olhos dos humanos, é em torno de um quinto dos postes normais.”

Wu estimou que novas luas poderiam salvar a cidade de Chengdu em torno de 1,2 bilhão de yuans (US $ 173 milhões) em custos de eletricidade anualmente, e poderia até mesmo ajudar socorristas durante apagões e desastres naturais. Se o projeto for bem-sucedido, poderá ser acrescentado mais três adições ao céu noturno em 2022, disse ele.

Mas muito mais testes precisam ser feitos, disse Wu, para garantir que o plano seja viável e não tenha um efeito negativo sobre o ambiente natural.

“Nós só realizaremos nossos testes em um deserto desabitado, para que nossos raios de luz não interfiram em nenhuma pessoa ou equipamento de observação espacial baseado na Terra”, disse ele ao Daily.

As metas de espaço da China não são inéditas. Na década de 1990, a Rússia experimentou o uso de um espelho orbital para refletir a luz solar em algumas de suas cidades do norte, desprovidas de sol, segundo o New York Times. O projeto foi abandonado em 1999 depois que o espelho não se desdobrou e foi incinerado na atmosfera.

Em janeiro, a firma americana Rocket Lab lançou uma estrela artificial no espaço. Mas os cientistas criticaram a “Estrela da Humanidade”, como o mini-satélite refletivo foi apelidado, por contribuir para a poluição luminosa artificial e confusão na órbita da Terra.

REFLEXÃO:

A humanidade já provou com toda a genialidade que é capaz de criar as maiores inovações imagináveis. Agora, precisamos provar que conseguiremos aplicá-las para superar os problemas ainda primitivos que temos no planeta e estabelecer uma sociedade de regeneração na Terra.

A mudança é inevitável. Mas temos o livre-arbítrio para construir um caminho onde o abalo da transição seja mais suave. A rede das soluções precisa ser estabelecida e unificada para ser concretizada.

Empenho e leveza para favorecer o equilíbrio, a vivência em paz e a bússola interna da Sabedoria pautada no Amor.

Fonte da informação:
TIme Magazine

 

Marcha de imigrantes ao EUA e os sinais da falência do sistema global

13 de outubro de 2018: Como um ato desesperado, 4.000 pessoas de Honduras saem em marcha rumo ao EUA em busca de uma vida melhor.

Hoje já superaram a Guatemala, estão no México e somam mais de 2.000 pessoas.
São centenas de famílias completas, com crianças, várias ainda de colo, avós e até animais de estimação.

Mas o Trump, que prometeu construir um muro nesta fronteira e separou mais de 2.500 filhos de seus pais que estavam ilegais no país, já afirmou que não irá tolerar. E, caso o México não resolva, irá impor sanções e retirar investimentos para ajuda humanitárias no país.

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Por mais terrível que seja, estes é apenas mais um dos incontáveis eventos extremos que estão ocorrendo no mundo…humanitários, econômicos ambientais…

Após mais de 100 anos sob domínio do sistema atual está ficando evidente que em breve chegará o tempo do Ápice, onde o sistema deverá se reformado/atualizado para continuar a existir a evolução em sociedade.

Foi assim em toda a nossa história desde o Mercantilismo e a queda do domínio dos Reis, no sistema conhecido como Feudalismo. No auge é criado um fator que destruí o antigo e acaba gerando um novo sistema.

A dor, o sofrimento e a angústia destes tempos são gigantescos. Mas também são os tempos de maiores oportunidades de crescimento e de expressão do Amor. Ver o Grande no pequeno.

Extraordinário período em que podemos dar “saltos” de evolução com criatividade, cooperação, tecnologia e foco em soluções altruístas.

A necessidade de propósito e significado interior que cada dia mais pessoas buscam, está transformando o comportamento social e conduzindo para um o futuro com novos tipos de referências, mais universalista e “circular”.

Esta eminente “Transição Planetária” pode ser interpretada e percebida de muitas formas. Uma delas pode ser compreendida na afirmação comprovada por indicadores globais: “A cada dia, menos pessoas possuem mais, e mais pessoas possuem menos.” Hoje, 8 pessoas já possuem, juntas, mais dinheiro que metade mais pobre do mundo, que representam mais de 4 BILHÕES de pessoas.

É evidente que este movimento de concentração de renda crescente não é sustentável como sistema global, pois a dívida se torna infinita e a força se torna a única maneira de continuar, como bem mostra no romance “1984”, obra que inspirou o reality “Big Brother”)

A falência global, de países, empresas e instituições já está ocorrendo e já era previsto pelos criadores da base do sistema financeiro norte-americano, que hoje rege o sistema global (interessante “dar um Google” sobre “Reservas fracionadas”, modelo para emissão/criação do Dollar pelo FED, e o funcionamento do topo da pirâmide financeira global: BIS – Bank for International Settlements, o “Banco Central, dos Bancos Centrais”)

Neste momento vivemos os prenúncios de um tempo de profundas transformações. São muitas evidências que apontam para este cenário de transição. Tudo está chegando em seu Ápice, decisões históricas acontecendo a todo instante. Como apenas algumas, podemos citar a Coreia do Norte, Brexit da Inglaterra, guerra comercial EUA X China, realidade sem precedentes de refugiados e guerras que estão beirando o holocausto (vide Iêmen) …

Porém, apesar das complexidades que a realidade se apresenta, ao fim, tudo se resume a uma única escolha individual que teremos que fazer. E ela se tornará a escolha coletiva de qual caminho iremos seguir como humanidade:

– O caminho do “Amor a si”, da autopreservação e do benefício próprio (pensamento “bunker”, clima de medo e sentimento de escassez – fazer estoques que uma hora acabam…Perceba a influência dos noticiários para este caminho…)

– O caminho do “Amor aos outros”, da confiança mútua e o beneficio coletivo (pensamento “ecovila”, promove laços humanos, cooperação e senso de união)

E, agora, a escolha pelo olhar de Trump diante da marcha de refugiados: Abrir as portas de um rico país para receber famílias desesperadas à beira da morte. Ou não se comprometer com a questão, até para não abrir precedente para mais famílias de outros países, venham também.

Tudo ocorre sob nossos olhos.
O chamado é para ação.
Nestes tempos, nada é mais importante que a iniciativa e a coragem de romper padrões e propor novos modelos e soluções.

Seguir a Intuição e a Voz do coração. Como disse Steve Jobs, “a intuição e a voz do coração, de alguma forma, já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o mais é secundário”

#FéNaHumanidade #RegeneraçãoGlobal

#28 – Sintonize sua missão para fluir sua vida com abundância

Há um despertar global ocorrendo em nosso mundo. As novas relações de trabalho e a necessidade de propósito estão criando oportunidades únicas para quem quer viver fazendo o que ama.

Acessar todos os vídeos:
https://www.facebook.com/pg/JornalistadaNovaEra/videos/

A era dos carros elétricos e os 3 riscos que temos que evitar

Finalmente. Os veículos elétricos logo estarão por todo mundo. Porém, observando as notícias e estratégias comerciais, percebi grandes riscos se continuarmos neste caminho e por isso escrevo para tentar contribuir com a conscientização de importantíssimo tema para a humanidade.
1º Risco/Oportunidade: O melhor caminho para nossa civilização não é produzir novamente toda a frota global em carros elétricos.
Já temos 1 BILHÃO de veículos produzidos e o custo energético para produção de um carro é absurdo! Por exemplo, são necessários 400.000 litros de ÁGUA para produção de um carro. Nosso planeta não aguentará esta carga.
Portanto, o melhor caminho é a adaptação dos carros atuais primeiramente para híbridos (gasolina/elétrico) e, depois 100% elétrico. Como atualmente existe com Gás.
2º Risco/Oportunidade: Temos que avançar e apoiar as pesquisas para parar o mais rápido possível de usar Baterias de Lítio. Além de caro e pesado, este minério é ainda mais escasso que o petróleo e está nas mãos de pouquíssimos países (por sinal, curiosidade, o Afeganistão abriga um dos maiores reservatórios de lítio do mundo…).

Outro ponto adicionado por Fábio Makita, engenheiro dedicado a projetos de inovação, após a publicação deste texto, é no fato da periculosidade das baterias de Lítio. Todas elas são como “bombas” e oferecem risco real de explosão. Exige conhecimento mais avançado para manusear. Imagine a popularização Desa tecnologia com mecânicos sem treinamento adequado fazendo manutenção em toda a frota?

A solução que já existe e avança em centros de pesquisa são as baterias de Grafeno (criadas a partir do Carbono, material mais abundante do Planeta Terra) ou as orgânicas (que eliminam metais). Elas têm potencial para serem baratíssimas, leves, acessíveis e totalmente sustentáveis.
3º Risco/Oportunidade: Temos que parar de apoiar/aceitar esta ideia de ABASTECER carro elétrico! Isso serve apenas para manter o sistema de controle e vigilância da sociedade e perpetuar o paradigma da escassez de combústivel, obrigando as pessoas a irem periodicamente a lugares definidos e pagar pela carga. Já existem INÚMERAS tecnologias para carregamento das baterias pelo movimento das rodas, pintura do carro, vento do radiador, etc.
Portanto, devemos batalhar por carros elétricos autosustentáveis energeticamente, que deem total liberdade e autonomia às pessoas.

Proposta de Triciclo elétrico para duas pessoas que está sendo desenvolvido no Estado de São Paulo pela empresa Samp Motors.

Enfim, as tecnologias para todos esses 3 pontos já existem e avançam rapidamente, mais ainda não foram colocadas em escala industrial. As grandes pressões estão cedendo e teremos tudo para a fazer a transição para a tecnologia de transporte elétrico com sabedoria e menor custo ao planeta. Mas acredito que nestes 3-5 primeiros anos ainda veremos a perpetuação do mesmo sistema que temos que transformar.
Vamos acompanhar e agir para este desenvolvimento! 🙌🌎

O Ápice da Transição Planetária

Finalmente chegamos nos tempos do ápice da transição planetária.
Os próximos 10 anos, definirão os próximos 100.

Tempo de importantes decisões individuais e coletivas.
Ruptura de padrões estimulada por ciclos cósmicos.

Teremos a percepção da “teia quântica” (éter) que une todos os corpos.
Saberemos que a Separatividade é uma ilusão. Tudo está conectado.

Todo Pensar, Sentir e Agir são como construtores de realidades.
O mundo do amanhã depende do que fazemos hoje.

O que você está criando para o bem dos próximos que virão?
O que o planeta está aprendendo com a sua vida?

Medite. Escute o seu coração.
Ele sabe os melhores caminhos e todas as respostas para descobrir e realizar sua missão de vida.

A bússola é o Amor.
A conduta é a Sabedoria
O poder é o Livre-arbítrio.

Ônibus elétricos estão incomodando a indústria do petróleo

onibus eletrico

Os ônibus elétricos foram vistos como uma piada em uma conferência da indústria na Bélgica, sete anos atrás, quando a fabricante chinesa BYD Co. apresentou um modelo inicial.

“Todo mundo estava rindo da BYD por fazer um brinquedo”, lembrou Isbrand Ho, diretor-gerente da empresa sediada em Shenzhen na Europa. “E olhe agora. Todo mundo tem um.”

De repente, os ônibus com motores movidos a bateria são um assunto sério, com o potencial de revolucionar o transporte urbano – e somar-se às forças que remodelam a indústria de energia. Com a China à frente, fazer com que o tradicional motor a diesel, movido a fumaça tóxica, funcione com eletricidade, está começando a corroer a demanda por combustíveis fósseis.

Os números são impressionantes.

A China tinha cerca de 99% dos 385.000 ônibus elétricos nas estradas em todo o mundo em 2017, representando 17% da frota inteira do país. A cada cinco semanas, as cidades chinesas somam 9.500 dos transportadores de emissão zero – o equivalente a toda a frota de trabalho de Londres, segundo a Bloomberg New Energy Finance.

Tudo isso está começando a fazer uma redução observável na demanda de combustível. E como consomem 30 vezes mais combustível do que carros de tamanho médio, seu impacto no uso de energia até agora se tornou muito maior do que os sedãs de passageiros produzidos por empresas da Tesla Inc. para a Toyota Motor Corp.

Para cada 1.000 ônibus movidos a bateria na estrada, cerca de 500 barris por dia de combustível diesel serão deslocados do mercado, de acordo com os cálculos da BNEF. Este ano, o volume de combustível não necessário pode aumentar 37%, para 279.000 barris por dia, devido ao transporte elétrico, incluindo carros e caminhões leves, aproximadamente o mesmo petróleo que a Grécia consome, segundo a BNEF. Os ônibus são responsáveis por cerca de 233.000 barris desse total.

“Este segmento está se aproximando do ponto de inflexão”, disse Colin McKerracher, diretor de transporte avançado da unidade de pesquisa da Bloomberg LP, sediada em Londres. “Os governos municipais de todo o mundo estão sendo incumbidos da má qualidade do ar urbano. Essa pressão não vai embora e as vendas de ônibus elétrico estão posicionadas para se beneficiar. ”

A China está à frente para eletrificar sua frota porque tem o pior problema de poluição do mundo. Com uma população urbana crescente e uma demanda por energia galopante, os lendários smogs do país foram responsáveis por 1,6 milhão de mortes extras em 2015, de acordo com a organização sem fins lucrativos Berkeley Earth.

Colocando de volta
Demanda de combustível global deslocada por e-buses

Uma década atrás, Shenzhen era um exemplo típico de uma cidade chinesa em expansão que pouco pensava sobre o meio ambiente. Seu exemplo tornou-se tão notório que o governo o escolheu para um programa piloto de conservação de energia e veículos com emissões zero em 2009. Dois anos depois, os primeiros ônibus elétricos saíram da linha de produção da BYD. E em dezembro, todos os 16.359 ônibus de Shenzhen eram elétricos.

A BYD tinha 13 por cento do mercado de ônibus elétrico da China em 2016 e colocou 14.000 veículos nas ruas de Shenzhen. Ele construiu 35.000 até agora e tem capacidade para construir até 15.000 por ano, disse Ho.

Um trabalhador carrega um ônibus elétrico em Shenzhen.Photographer: Qilai Shen / Bloomberg

A BYD estima que seus ônibus tenham registrado 17 bilhões de quilômetros (10 bilhões de milhas) e economizado 6,8 bilhões de litros (1,8 bilhão de galões) de combustível desde que eles começaram a transportar passageiros pelas cidades mais movimentadas do mundo. Isso, de acordo com Ho, soma 18 milhões de toneladas de dióxido de carbono evitado, o que equivale a cerca de 3,8 milhões de carros produzidos em cada ano.

“A primeira frota de ônibus elétricos puramente fornecidos pela BYD começou a operar em Shenzhen em 2011”, disse Ho por telefone. “Agora, quase 10 anos depois, em outras cidades, a qualidade do ar piorou enquanto – comparada com essas cidades – a de Shenzhen é muito melhor”.

Conduzindo a Revolução
China: vendas de ônibus elétricos

Outras cidades estão tomando conhecimento. Paris, Londres, Cidade do México e Los Angeles estão entre as 13 autoridades que se comprometeram a comprar apenas o transporte de emissões zero até 2025.

Londres está lentamente transformando sua frota. Atualmente, quatro rotas no centro da cidade atendidas por unidades de um andar estão sendo transferidas para eletricidade. Há planos para fazer investimentos significativos para a limpeza de suas redes de transporte público, incluindo a reforma de 5.000 ônibus a diesel antigos em um programa para garantir que todos os ônibus estejam livres de emissões até 2037.

Um ônibus elétrico de dois andares da BYD Co. na exposição EV Trend Korea em Seul em 12 de abril 2018. Fotógrafa: SeongJoon Cho / Bloomberg

A Transport for London, responsável pelo sistema de transporte da cidade, se recusou a comentar este artigo por causa das regras de envolvimento com a mídia antes das eleições do governo local de maio.

Essas metas terão impacto no consumo de combustível. A rede de Londres atrai cerca de 1,5 milhão de barris por ano de combustível. Se toda a frota for elétrica, isso pode deslocar 430 barris por dia de diesel para cada 1.000 ônibus que passam, reduzindo o consumo de diesel do Reino Unido em cerca de 0,7%, de acordo com a BNEF.

Crescimento Europeu
Top-10 frotas de ônibus elétricos europeus, 2017

Em todo o Reino Unido, havia 344 ônibus híbridos elétricos e plug-in em 2017, e a BYD espera ser escolhida para fornecer mais. A empresa fez uma parceria com um fabricante de ônibus escocês para fornecer as baterias para 11 novos ônibus elétricos que atingiram as estradas da cidade em março.

Alexander Dennis Ltd., fabricante de Falkirk, começou a fabricar ônibus elétricos em 2016 e rapidamente se tornou a líder do mercado europeu, com mais de 170 veículos operando apenas no Reino Unido.

Mais trabalho está no horizonte, com a autoridade de transportes de Londres planejando uma licitação para eletrificar seus icônicos ônibus de dois andares, disse Ho.

“A tecnologia está pronta”, disse Ho. “Estamos prontos, temos nossas fábricas na China e Alexander Dennis na Escócia está preparado para a TfL. Assim que tivermos a palavra, estamos prontos para ir.

Fonte: Bloomberg