A sutilização da percepção física


Cada dia mais estaremos sensíveis aos pensamentos e sentimentos conflitantes. Teremos sintomas físicos ao vivenciar a raiva, revolta, inveja, desesperança e qualquer outro estado mental deletério.

Comportamentos mais profundos como mágoas, ressentimentos e vontade de vingança também irão provocar sintomas físicos e atuarão como a essência de muitas doenças.

Podemos sentir crises de alergias, dores localizadas, depressão/excitação, e qualquer outro sintoma que objetiva demonstrar o caminho para a cura plena e conquista da saúde integral – corpo/mente/espírito.

Todos os incômodos possuem como objetivo a nossa evolução. São sinalizadores para as verdadeiras causas dos desiquilíbrios que originam uma doença ou sintoma. Em suma, tudo é consequência da vibração e frequência que emitimos e nos permitimos vivenciar.

Desta maneira, se sente incômodos que não encontra fim em remédios e tratamentos focados no alívio imediato, procure práticas que promovem a autocura e o equilíbrio do seu fluxo energético.

O que não faltam são opções. Sinta qual delas encontra sintonia em suas crenças pessoais e passe por sua metodologia corretamente. Encontre um profissional sério que se dedica a esta causa com amor e carinho.

Viva o processo de transformação! =)

Está apenas começando. O novo ainda terá que se sobrepor ao atual.

Blog Jornalista da Nova Era:
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Sobre a adaptação planetária às vibrações da Nova Era

Conforme já anunciado e esperado, estamos entrando na etapa de grandes transformações físicas e psicológicas para todos que habitam este planeta.

O ciclo da atual transição planetária nos ensina que o planeta terá que se adaptar às novas frequências de energia que está recebendo.

Os fenômenos naturais atuam como “liberadores de energia”, um mecanismo de auto-regulação do planeta diante do aumento da vibração de sua matéria.

Veja um exemplo a notícia abaixo, sobre a liberação de energia elétrica em terremotos, que provoca a ionização da atmosfera, e portanto, uma espécie de Aurora boreal se manifesta. Um fenômeno relatado desde 1600.
-> http://g1.globo.com/…/o-que-eram-os-misteriosos-flashes-de-…

Pense na intensidade de energia que foi liberada para ser visto por milhões e por longo período.

Imagine a gigantesca movimentação energética ocorrendo na área dos três furações.

Tudo é vibração e frequência. Tido que afeta o globo, afeta nossas consciências. Pois tudo está conectado. Estamos de uma profunda transformação planetária, que temos o privilégio/responsabilidade de vivenciar.

Devemos buscar compreender sobre este ciclo de transmutação, mas também refletir sobre qual o nosso papel nesta mudança e como podemos contribuir e se equilibrar com essas novas motivações e propósitos que nos chegam.

Somos todos UM. Tudo que existe é Uno. Estamos cocriando o futuro com nossas decisões. Que possamos criar e fortalecer cada dia mais o caminho da Paz, do Amor e da Sabedoria.

Gratidão pelo canal.

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Maior explosão solar dos últimos 10 anos atinge o planeta Terra

Enquanto as atenções do mundo se voltavam para o furacão Irma, o mais forte registrado no oceano Atlântico (categoria 5), na quarta-feira (6), outro evento natural de potencial destrutivo acontecia. Contudo, ao invés do mar, ele se manifestou no #Espaço.

De acordo com o site científico estadunidense Space.com, na manhã de ontem, duas poderosas explosões solares (de radiação) foram captadas. A segunda foi avaliada como a mais destrutiva já registrada na última década.

Para termos ideia do que aconteceu, numa escala onde A é a mais fraca, seguida por B,C,M e X, a erupção foi catalogada na categoria X. Ou seja, a mais intensa desde 2006, segundo o pessoal do Clima Espacial da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), dos Estados Unidos [VIDEO].

Conforme o NOAA, o episódio resultou numa grande área de apagões de sinais de rádios de alta frequência. Equipamentos em regiões iluminadas pelo sol no momento do fenômeno perderam contato por até 1 hora. A comunicação de baixa frequência, usada por embarcações, também foi afetada.

A primeira erupção (categoria X2.2) constatada às 5h10 já era a mais forte desde 2015. Porém, o evento posterior, observado três horas depois, superou todas as expectativas. Ele alcançou X9.3.

Semelhante à escala Richter para terremotos, cada letra simboliza um aumento de dez vezes na produção de energia.

Para compreender o estrondoso acontecimento cósmico captado recentemente, basta entender o seguinte: um X é dez vezes um M e 100 vezes um C, e assim por diante.

Apesar de alguns instrumentos sentirem o impacto do episódio, cientistas salientam a possibilidade de satélites, sistemas de energia e comunicação serem afetados nos próximos dias.

Rob Steenburgh, pesquisador do NOAA, disse ao Space.com, que durante grandes alargamentos solares, a estrela também pode ejetar uma nuvem de plasma energética. O evento é chamado de ejeção de massa coronal (CME).

Entretanto, ele ainda não tem certeza se a CME estava direcionada ao nosso planeta. “Foi acompanhado por emissões de rádio que sugerem que existe um potencial para um CME. No entanto, temos que esperar até obter imagens do coronógrafo que capturariam esse evento para uma resposta definitiva”, disse Steenburgh.

No momento, vale ressaltar que as falhas nos equipamentos ocorreram devido aos raios-X e UV, oriundos da explosão solar. A consequência disso foi a ionização da atmosfera terrestre, causando blecautes de rádio na parte iluminada pelo sol.

O Brasil também foi afetado pela radiação extrema. Confira o mapa. A área em vermelho mostra os países atingidos.

Ejeção de Massa Coronal confirmada

Imagens da sonda SOHO, da #Nasa, destinada a estudar o sol 24 horas por dia, identificou que a mancha solar AR2673, além de produzir a explosão, também gerou ejeção de massa coronal.

Todavia, como dito anteriormente pelo cientista do NOAA, Rob Steenburgh, mais cálculos são necessários para saber se ela foi direcionada à Terra – confira o vídeo.

 

A infinita jornada interior pela Evolução

Em nosso interior existem duas forças que ficam constantemente “batalhando” por nossas decisões, afetando nossa saúde física e mental.

Um delas representa a voz de nossas crenças limitantes que precisam ser superadas. E a outra, a voz infalível e onipresente de uma Sabedoria maior que a compreensão da lógica humana, que a todo instante tenta mostrar os acontecimentos e caminhos sob a ótica do amor, da paz e do respeito. Nos traz vergonha sem julgamentos pelos erros, e alegria sem vaidade pelos acertos.

Cada dia mais, percebo que a nossa vida se resume a compreender essas “vozes”, assumir nosso papel como eternos aprendizes e seguir aquela voz que sabemos que nos levará ao equilíbrio e harmonia conosco e com todas as formas de vida, e nos conduzirá adiante na infinita jornada de evolução que estamos apenas começando.

Primeira norma técnica para cidades sustentáveis é criada no Brasil

Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017. A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida.

O trabalho de estudo e tradução da norma internacional já existente para esse tema foi feito pela Comissão de Estudos Especial 268 da ABNT, uma comissão espelho da Technical Committee TC 268 da ISO, a Sustainable cities and communities, que atuou na confecção da norma internacional. A CEE 268 foi coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica (Poli) da USP, Alex Abiko.

Segundo o professor, trata-se de uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 – Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life. “Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade no que se refere à sustentabilidade.”

A iniciativa de ter uma norma nacional sobre o assunto nasceu das atividades de pesquisa do próprio Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que tem uma linha de estudos em planejamento e engenharia urbanos, e teve colaboração da doutoranda do departamento, a engenheira Iara Negreiros.

A primeira norma técnica para cidades sustentáveis contém 100 indicadores de sustentabilidade urbana e trata dos aspectos ambiental, econômico, social e tecnológico, entre outros. “Esse documento vai ajudar os municípios, governos de Estado, o Ministério das Cidades a medir a sustentabilidade das cidades, mas essas normas não estabelecem padrões”, explica Abiko.

Ou seja, a norma não fala se uma cidade é sustentável ou não, mas estabelece quais requisitos devem ser avaliados para se medir essa sustentabilidade. Engloba indicadores de diferentes áreas, tais como: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano etc.

Empresas
Além do setor público, a NBR ISO 37120:2017 também pode ser usada pelas empresas para que atestem, para clientes e governo, o quão sustentável são seus empreendimentos. “Gostaríamos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, afirma Abiko.

A norma nasceu de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber como medir a sustentabilidade das cidades e fomos investigar como isso é feito no mundo. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversos países, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul, e inclusive alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta foi, então, qual seria o melhor sistema para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta.

Nessa pesquisa pelo melhor sistema, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização, entidade que congrega as associações de padronização/normalização de 162 países do mundo, incluindo o Brasil.

“Ela foi selecionada porque é resultado da discussão e trabalho de uma entidade que reúne quase todos os países do mundo, o que dá muita credibilidade e torna a norma internacional. As outras normas que estudamos trazem elementos que são muito particulares das realidades locais, o que torna mais difícil implementá-las em contextos diferentes, enquanto a ISO sempre busca unir o melhor de todas as normas em uma só”, destaca.

Selecionada a norma ISO, a Comissão 268 passou a trabalhar na tradução do documento. Não bastava apenas traduzir para a língua portuguesa, mas fazer uma avaliação técnico-científica do documento porque, ao mesmo tempo em que não se pode alterar uma norma ISO para adotá-la e ela ser uma norma NBR ISO, é preciso fazer adaptações em itens para que a norma faça sentido ou seja adaptada à realidade brasileira, o que foi feito por meio de notas.

Um exemplo de nota brasileira está na definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos, no Brasil, os termos assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse trabalho envolveu diversas instituições e órgãos públicos, tais como a Caixa, Ministério das Cidades, Sabesp, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato da Habitação (Secovi), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS), Poli, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), Instituto de Engenharia, entre outras, que compuseram a CEE 268.

As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE 268 são as de Sistemas de Gestão para o Desenvolvimento Sustentável, cujos trabalhos já estão avançados, as de Cidades Inteligentes e as de Cidades Resilientes, em nível mais preliminar.

“É importante participar da discussão de novas normas internacionais desde o início. Se nos aproximamos de outros países e instituições internacionais, podemos colocar nas normas internacionais as questões específicas do Brasil”, conclui Abiko.

FONTE: Sustentarqui

 

DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL – A CHEGADA DA NOVA ERA

Já sabemos de mil formas como a Humanidade pode ser destruída. Cinema, séries, jornais e até desenhos e artes retratam os infinitos caminhos da extinção, sofrimento e barbárie que podem acometer à Terra e seus habitantes.

Mas conhecemos os caminhos da regeneração? As ações e tecnologias que poderiam nos levar ao reequilíbrio como civilização? Porque devemos continuar nesta “programação” de dor, medo e escassez?

Estamos nos aproximando do ápice. Nosso planeta está no limite e nossas especialistas já não sabem o que fazer diante cenário global. (veja a ponta do iceberg em notícia de 22 de mar 2017 – Estadão: ONU confirma calor recorde e diz que clima entrou em ‘território desconhecido’ ).

Mesmo com ciclos e tendências, é inegável que a nossa atuação está prejudicando o equilíbrio da vida no planeta. E o pior é vermos nosso mundo atual como um retrato do passado. Já temos inovações e tecnologias para transformar (e regenerar) o mundo. Mas elas não recebem a atenção que gostaríamos, pois estão impedidas de florescer por ação dos “sistemas-base” da sociedade. Indústrias que movimentam o mundo, elegem candidatos e não estão interessadas em abrir mão de seus monopólios. Podemos citar como exemplos a indústria bélica (armas e explosivos), farmacêuticas (remédios e vacinas), Gás, Petróleo e Carvão.

Atualmente já sabemos que existem inesgotáveis fontes de energia limpas e sustentáveis. Apenas do Sol, a Terra recebe, em um ano, energia equivalente a quase 10 mil vezes o consumo mundial de energia. No futuro, vamos constatar incrédulos o boicote e perseguição que os inventores das novas soluções livres e renováveis sofreram ao longo da história da humanidade.

Mas neste cenário atual de expectativa e incertezas para o futuro temos que agir da forma que podemos para transmitir as novas soluções para o futuro. Mas antes devemos saber: QUAIS SOLUÇÕES EXISTEM? Sequer sabemos isso ainda!  

DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL

O “DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL” é um movimento de comunicação que tem como objetivo reunir oportunidades de práticas (cursos/vivências), conhecimentos (palestras/aulas) e informações (dados/pesquisa) sobre novas soluções e propostas para 6 áreas essenciais de uma sociedade: Transporte, Alimentação, Água, Moradia, Energia e Medicina.  

O conteúdo da DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL será dividido em temáticas para auxiliar na identificação dos conteúdos, e propõe a seguinte abordagem inicial sobre cada área: (por favor comente se tiver alguma sugestão de melhoria):

NOVAS SOLUÇÕES EM ENERGIA:

Parque de Geração de Energia Solar na Espanha

Geração: Formas de extrair energia de forma sustentável.

Transmissão: Métodos inovadores e soluções para energia sem fio

Armazenamento: Novas tecnologias para retenção eficaz da energia extraída. (Atualmente utilizamos o Lítio como fonte primária das baterias do mundo. Trata-se de um recurso escasso e finito, e a maior reserva de lítio do mundo está no Afeganistão. Definitivamente precisamos adotar novos materiais para realizar esta tarefa.)

 

NOVAS SOLUÇÕES EM TRANSPORTE:

Já existem diversas Propostas e soluções para o transporte público nas grandes cidades.

 

Tratar sobre as novas propostas de veículos e meios de circulação. Veículos autônomos e novos motores movidos a eletricidade ou combustível renovável. Invenções para veículos leves e transporte de cargas e passageiros, seja na terra, na água ou no ar.

 

NOVAS SOLUÇÕES EM MORADIA:

Prédios auto-suficientes e com arquitetura favorável podem abrigar milhares de pessoas de forma sustentável.

Arquitetura (design): Formas que aproveitam os elementos naturais do ambiente, como luminosidade, umidade, etc e geram melhores ambientes para convívio e aprendizado.

Engenharia (construção): Tecnologias e métodos eficientes para construção de casas, comércios e indústrias.

NOVAS SOLUÇÕES EM ALIMENTAÇÃO:

As chamadas “fazendas verticais” são propostas plausíveis para produzir alimentos orgânicos em ambiente controlado e de forma extremamente eficiente, com hidroponia e aeroponia.

Produção (agricultura): Novas propostas para geração de alimentos de forma mais produtiva usando menos recursos. Metodologias de cultivo descentralizado de alimentos;

NOVAS SOLUÇÕES PARA A ÁGUA:

Nomeado Warka Water, foi feito para recolher a umidade do ar por condensação e depositar a água até um recipiente. Constituído por uma torre de 10m, ele pode gerar cerca de 100 litros de água/dia.

Técnicas eficientes para captura e armazenamento de água em diversos tipos de ambientes, bem como formas de realizar a filtragem da água para consumo humano.

 

NOVAS SOLUÇÕES EM MEDICINA

O avanço da compreensão e manipulação do DNA está inaugurando uma nova era na medicina.

Novas propostas para diagnóstico, tratamento e realização de procedimentos cirúrgicos.


 

Vamos compartilhar todos esses conteúdos em futuros posts, e também reunir todos em uma página fixa aqui do Blog que será lançada em breve. Se você gostou desta ideia de reunir conteúdos sobre esse tema e assuntos e gostaria de contribuir de alguma forma, deixe seu comentário ou envie email para jornalistadanovaera@gmail.com.

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Vamos juntos fortalecer os movimentos de regeneração e sustentabilidade para um futuro possível ao planeta. E, principalmente, termos ciência de que todas as soluções já existem. Precisamos apenas colocá-las em prática.