Uma Doença chamada Cracolândia

No último dia 22 tivemos uma expressão de um mundo que está fadado ao fracasso. Enquanto quisermos acelerar sobre questões complexas visando o curto prazo, não conseguiremos construir uma sociedade equilibrada. Pelo contrário, só iremos aprofundar os problemas.

A Cracolândia e o “fluxo” são consequências diretas da realidade que construímos. Não existem​ culpados. Existe a realidade e os erros que cometemos e devem ser corrigidos. Mas com imposição e violência nunca existirá aprendizados e evolução.

Não podemos mais apoiar a entrada de bombas e tiros em um local cheio de doentes emocionais, espirituais e mentais, que já não possuem forças próprias para vencer o vício ou escolhem este caminho em resposta desesperada diante de tamanhas revoltas, tristezas e injustiças que vivenciaram. São doentes, que devem ser tratados e não presos. As “reações violentas” são apenas um dos tristes sintomas desta doença.

Devemos olhar com amor esta situação, compreendendo que não haverá resultados definitivos usando a força ou imposição.

Estruturar programas de governo colaborativos de médio/longo prazo com apoio de profissionais e universidades que estao habilitadas para tratamento e prevenção dessa realidade é uma das soluções interessantes. A polícia pode e deve estar presente, mas não para agir ativamente, mas sim passivamente, apenas para garantir o acesso livre e a integridade de todos os envolvidos.

Mas infelizmente ainda vemos o tipo de pensamento antigo e fracassado de combate às drogas e suas mazelas na sociedade se manifestar em nosso plano.

Mas isso está mudando.

Com apenas poucos minutos de dedicação em um pesquisa pela internet, qquer pessoa pode encontrar entrevistas e conteúdos que nos fazem compreender que por trás de todo “delinquente viciado”, “lixo da sociedade” estão pessoas gritando e clamando por misericórdia, compaixão e ajuda. Muitas vezes a maior das raivas se esconde por trás de uma carência infinita.

Nestes tempos de transição, todos estamos sendo convidados a sair de cima do muro e assumir a sua posição neste verdadeiro “campo de batalha” entre a esperança e a revolta. Podemos olhar o erro como uma oportunidade para renovar ou como fonte para a depressão. Esta é nosso decisão.

Que a justiça divina continue seu curso e nos mova para o reequilíbrio da nossa humanidade.
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Deixo abaixo 3 links sobre este último evento na Cracolândia para suas próprias conclusões.

1) Ex-moradores da #Cracolândia ocupam a Praça Princesa Isabel, em #SãoPaulo. https://glo.bo/2qOFqXU

2)Tráfico de drogas continua na Cracolândia mesmo após operação da PM
http://noticias.r7.com/…/-trafico-de-drogas-continua-na-cra…

3) Jovem de 18 anos sonha largar droga e diz que mãe pede que ele deixe a Cracolândia em SP: https://glo.bo/2rT9kbi

Criado telhado inteligente para autosuficiência energética de moradias

O professor Wen Tong Chong, da Universidade da Malásia, acredita ter encontrado o projeto ideal para uma casa mais ambientalmente correta em regiões tropicais.

Seu objetivo foi obter um equilíbrio entre um “conflito ambiental” que incomoda os arquitetos: como conciliar a crescente demanda de conforto, com seu natural consumo de energia, e a necessidade de reduzir o consumo de energia por conta das mudanças climáticas.

Usar fontes renováveis de energia e aproveitar as variações naturais do clima parece ser uma resposta adequada, mas falar é mais fácil do que fazer.

Chong então idealizou um telhado superior em formato de V, que se projeta acima do telhado tradicional, criando as condições para gerar energia e aproveitar a iluminação natural.

Telhado inteligente

A estrutura em V coleta o vento e o dirige para uma série de turbinas situadas logo abaixo, gerando eletricidade.

A estrutura também aumenta o fluxo de ar dentro da casa por meio de aberturas construídas no telhado tradicional, melhorando a ventilação natural.

Além disso, um coletor de água da chuva é conectado a um sistema automatizado de resfriamento e limpeza que lava as células solares embutidas no telhado secundário, para manter seu nível de eficiência.

Finalmente, claraboias transparentes iluminam as áreas principais dentro da casa durante o dia, reduzindo a necessidade de iluminação artificial.

Ganhos energéticos

Chong afirma que seu telhado adicional poderia suprir as necessidades de uma família de seis pessoas, gerando 21,20 quilowatts (kWh) de energia, e economizando outros 1,84 kWh por conta dos tetos solares.

Além disso, o sistema de ventilação poderia movimentar, em termos anuais, cerca de 217 milhões de metros cúbicos de ar e reduzir as emissões de dióxido de carbono em 17.768 quilogramas, enquanto o coletor de água da chuva poderia coletar cerca de 525 metros cúbicos de água.

Qual o papel do Ser Humano no planeta?

Toda vida existe por algum significado. Cada ser do planeta, em todos os seus Reinos (Reino das Plantas, Reino dos Animais, Reino dos Fungos, Reino Protista e Reino Monera) exercem uma função para o equilibrio e evolução da vida. Até mesmo os minerais, a água, o ar e o fogo contribuem para a caótica harmonia da vida. Mas, diante de tantas atrocidades e devastação que a nossa civilização tem provocado ao planeta, como podemos interpretar a contribuição do Ser Humano neste movimento de expansão e evolução?

O Planeta é vivo: Teoria de Gaia

Criada em 1969 pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, com apoio da bióloga norte-americana Lynn Margulis, a Teoria de Gaia defende que nosso planeta é um gigantesco organismo vivo, capaz de se auto-regular e se adaptar para garantir a manutenção da vida. Apesar da nossa percepção de vida dificultar a compreensão do Planeta como um ser vivo, atualmente esta teoria é amplamente aceita por muitas comunidades científicas.

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As evidências são muitas. Um delas trata da composição da atmosfera, que parece depender da atuação dos seres vivos do planeta. Pesquisas comprovaram que sem a presença dos seres fotossintetizantes (as plantas por exemplo), o teor de gás carbônico (CO2) na atmosfera seria altíssimo, enquanto que nitrogênio (N2) e oxigênio (O2) teriam concentrações muito baixas, impossibilitando a manutenção da vida. Desta forma, observa-se como se o próprio planeta intervenha nessas relações, tornando-a mais adequada à sobrevivência dos organismos. Nosso planeta, ou Gaia (em homenagem a deusa da “mãe natureza), possui capacidade de auto-regulação a partir da interação entre seres vivos (os 5 Reinos citados acima) e os nãos vivos (fogo, terra, água, ar, éter)

O Poder do Ser Humano

Ocupamos o topo da cadeia alimentar e somos dotados de autoconsciência e capacidade de superar limites e impor nossas vontades sobre a Terra os animais. E é justamente dessa capacidade de transformação que origina o verdadeiro Poder do Ser Humano: transformar o mundo a sua volta. Praticamente tudo que fazemos como civilização envolve algum nível de transformação. Seja na alquimia da culinária diária, no processo de industrialização, ou no impacto individual que provocamos no meio ambiente

As ações dos seres humanos no planeta tem provocado ajustamentos por parte do planeta, uma vez que estamos intervindo no equilíbrio e manutenção da vida. A emissão de gáses nocivos na atmosfera, o desmatamentos desmedido das florestas, a concentração de renda, a destruição de afluentes e rios causam sérios danos ao grande organismo vivo e aos outros seres vivos, inclusive ao próprio ser humano. A intensificação de fenômenos climáticos é consequência das nossas próprias ações.

Dentro da visão da Teoria de Gaia, o Ser Humano é a espécie responsável pelo papel de intervir e transformar sua estrutura e ambiente com o objetivo de facilitar, fortalecer e proteger a evolução da vida. Por exemplo, para se desenvolver uma cidade é preciso muita intervenção. Apenas desta forma, pode-se garantir uma vida digna às pessoas, com lazer, saúde, saneamento básico, transporte, etc. Sendo assim, o Ser Humano transforma o ambiente para possibilitar a prosperidade da sua espécie. O problema atual é o pensamento individual, e não sistêmico, da vida. Devemos (e podemos) utilizar nosso poder de transformação, mas sob a ótica de TODAS as espécies que compõe o equilíbrio do ambiente afetado. E não apenas em benefício de nós mesmos. Podemos construir cidades, mas da forma mais equilibrada possível.

Nosso planeta chegou ao momento de estafa por nossas ações, e agora precisa também da nossa atuação para não entrar em colapso. Somos responsáveis por tudo isso. Devemos enfrentar as consequências e provar que podemos reconstruir tão bem quanto destruímos.

A humanidade precisa acordar para a realidade da vida

Através de meios externos que impuseram crenças e costumes, fomos levados a escolher o caminho que está devastando o nosso planeta, o caminho da predação, exploração e individualização das relações. “Eu tenho”, “Eu quero”, “Eu lucro”, “Eu mereço”,  “Eu Posso”. Nos esquecemos do “Nós”. Aprendemos a exercer o PODER SOBRE e não o PODER COM.

Nos esquecemos que a vida é feita de um perfeito equilíbrio e que somos parte desse ambiente e evolução. Não como visitantes, mas como parte integrante. Nossas células são formadas pelos mesmos elementos que formam nossas praias, montanhas e rios. Nós SOMOS a Terra, e não apenas estamos na Terra. Ao menos enquanto permanecermos em corpo físico vivenciando sua realidade.

Diante deste momento de transição planetária, precisamos urgentemente “acordarmos” para a realidade da vida. A necessidade de contribuirmos para a manutenção/correção/regeneração dos padrões saudáveis e equilibrados da vida. Só assim conseguiremos superar centenas de anos de destruição em décadas de renascimento.

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Como Podemos Transformar o Ambiente

Como Ser Humano, você tem o poder de transformar o seu meio. E ele pode ser exercido não apenas em sua interpretação básica de intervenção ambiental ou transformações físicas. Lembre-se da frase “Tudo que nossos olhos veem são como pálidos reflexos do que existe verdadeiramente”. Sendo assim, seus pensamentos, sentimentos, expressões e palavras afetam a realidade a seu redor, da mesma forma que uma retroescavadeira retira a terra de um morro. É isso que a física quântica também tem demonstrado.

Repare como a irritação, stress, impaciência, raiva, pessimiso e rancor das outras pessoas e notícias interferem nos seus padrões de pensamento e sentimento. Perceba como você é contaminado por toda essa energia que se amontoa em tempos (eternos) de “crises e recessões”.

Escolha se tornar consciente deste processo e DECIDIR não fazer parte de sua rede de influência. Para isso, você vai precisar se auto-conhecer para ACEITAR E SUPERAR seus erros e limitações. O desespero e a revolta devem ser inteiramente superados para você se desconectar da frequência desses sentimentos.

Somos como estações de rádio. Captamos e atraímos as frequencias dos pensamentos e sentimentos que emitimos.

Sendo assim, devemos reivindicar nossa capacidade de transformação para conseguirmos impor no planeta o futuro de paz e harmonia que somos capazes de construir juntos com a Sabedoria nos pensamentos e o Amor nos sentimentos.

 

A triste realidade que logo mudará

Este Sistema que compra Grécias e Finlândias criou nossa realidade diária.

Dinheiro, propagandas, competitividade, até a frequência das músicas que ouvimos (mais em: http://bit.ly/1CHkJPL) foram arbitrariedades impostas a nós.

Mas agora chega. Não apenas para mim e pelas bilhões de pessoas que sofrem com a desigualdade e a injustiça, mas por nosso planeta, nossa magnífica Gaia.

É bom vermos vídeos que demonstram as essências deste atual sistema…a forma e a postura perante o mundo em que vivemos…

Do jeito que está não dá. Ou muda, ou muda. E Gaia já esta acordando. Há ajustes em todo lugar, ações urgentes (e extremamente “doloridas”) para converter energias negativas em energias de solidariedade, compaixão e Amor.

Aguardaremos os sinais, e no juntaremos em meditação para fortalecer tudo e todos que se fortalecem pelo Amor, a Paz e a Sabedoria.

Enquanto isso, continuamos vivendo nesta triste realidade, com a certeza que em breve será transformada e regenerada para a vida voltar a prosperar.

Fé. Emoticon smile

 

O Homossexualismo, o Sistema e a Consciência

concienciaO debate sobre homossexualismo muitas vezes demonstra de forma crua e transparente a visão/opinião, muitas vezes secreta, de milhões de brasileiros, principalmente os crescidos sob ditadora militar e a explosão libertária dos anos 60…
Imagino que deva ser um enorme desafio aceitar a decisão legítima de uma pessoa em aceitar sua homossexualidade. Apesar de sermos um país de forte cultura ao corpo, ainda temos gigantes Tabus quando o assunto é sexualidade, e o homossexualismo é uma das mais polêmicas, pois a cultura sempre estabeleceu símbolos femininos e masculinos muito bem definidos e claros.

Mas as novas gerações crescem conectadas a infinitas possibilidades, que influenciam e complexificam seus julgamentos e decisões. Existem no mundo pessoas formando comunidades pela internet para os mais diferentes objetivos, e tudo de forma natural e bem organizada. O mundo funciona de forma diferente para as novas gerações, que estão conectadas com a internet. 

Este cenário de direitos civis e leis são únicos na história da humanidade, mas o homossexualismo sempre esteve presente na nossa história. Na Grécia Antiga, os gladiadores tinham relações íntimas com homens antes da batalha, por acreditarem que o sangue feminino era impuro, o que traria má sorte para a batalha. E existem muitos outros exemplos ao longo da nossa civilização, desde os Sumérios, Persas, aos exércitos de Alexandre, o Grande.

Em verdade, devemos compreender que essa “guerra ao homossexualismo” nasceu justamente desta nossa cultura Industrial (mídia + indústria + governo), e do doutrinamento social por meio da Igreja (fé).

Estas duas forças têm estabelecido padrões mentais do que é positivo x negativo, dificultando a aceitação da diferença…constroem esse pensamento com novelas, notícias, filmes, produtos, cursos, e muitos outros meios. Muitas vezes, sem perceber, estamos contribuindo com o crescimento desta realidade que dificultam a harmonia entre as diferenças.

E uma das estratégias mais comuns é a comunicação do Medo e da Recessão. Medo dos assaltos e dos alertas dos noticiários, dos governantes, das previsões da economia. Tudo é escasso, e muita coisa ruim pode acontecer a qualquer momento. Este é o padrão que vivemos e que influenciam para compreender a questão do homossexualismo.

Para entender melhor como o discurso do Medo da Recessão é utilizado pela mídia e governantes, veja o vídeo abaixo:

Somos criados para não apoiar o diferente, e que sucesso é ser um dos melhores entre os iguais. Que ballet, karatê ou banjo não dão futuro, é melhor ser aprendiz da Escola Técnica Industrial, estudando Petróleo e Gás.

O homossexualismo é mais um dos temas que comprovam a realidade perversa e calculista deste sistema, que nos empurra para o estado de Medo e Escassez, mesmo vivendo em um planeta de imensa abundância.

É inevitável, e esperado, os direitos homossexuais serem reconhecidos em todo mundo.

Mas este assunto é coadjuvante e superficial, diante de um acontecimento muito mais amplo que está ocorrendo dentro de cada ser deste planeta: O despertar coletivo de consciências. Silenciosamente, uma verdadeira revolução está ocorrendo, e cada dia está mais forte. Quantos entre seus amigos não estão infelizes mesmo ganhando bem ou sentem vontade de “largar tudo” e tentar outra carreira?

Nós não somos pequenos e insignificantes como nos fazem pensar. Somos seres de infinitas possibilidades que podem co-criar sua propria realidade e a realidade coletiva. E ainda mais agora com os infinitos recursos dos meios digitais. Quando se trata de consciência, a escolha sexual, a cor, política e nem a ciência tem o poder de manipular.

Se você for gay e está preocupado, triste ou angustiado com todo preconceito, tranquilize-se. Nunca estivemos tão perto de fazer deste debate apenas um dos muitos capítulo dos livros de história do futuro, que nos mostrarão os nossos incontáveis erros e injustiças cometidas, mas principalmente como superamos a mente do ódio e segregação para o sentimento do Amor à diversidade da vida. 

Se Deus é infinito em suas possibilidades, quem somo nós para jugar os caminhos do coração de tantas pessoas?