Criado telhado inteligente para autosuficiência energética de moradias

O professor Wen Tong Chong, da Universidade da Malásia, acredita ter encontrado o projeto ideal para uma casa mais ambientalmente correta em regiões tropicais.

Seu objetivo foi obter um equilíbrio entre um “conflito ambiental” que incomoda os arquitetos: como conciliar a crescente demanda de conforto, com seu natural consumo de energia, e a necessidade de reduzir o consumo de energia por conta das mudanças climáticas.

Usar fontes renováveis de energia e aproveitar as variações naturais do clima parece ser uma resposta adequada, mas falar é mais fácil do que fazer.

Chong então idealizou um telhado superior em formato de V, que se projeta acima do telhado tradicional, criando as condições para gerar energia e aproveitar a iluminação natural.

Telhado inteligente

A estrutura em V coleta o vento e o dirige para uma série de turbinas situadas logo abaixo, gerando eletricidade.

A estrutura também aumenta o fluxo de ar dentro da casa por meio de aberturas construídas no telhado tradicional, melhorando a ventilação natural.

Além disso, um coletor de água da chuva é conectado a um sistema automatizado de resfriamento e limpeza que lava as células solares embutidas no telhado secundário, para manter seu nível de eficiência.

Finalmente, claraboias transparentes iluminam as áreas principais dentro da casa durante o dia, reduzindo a necessidade de iluminação artificial.

Ganhos energéticos

Chong afirma que seu telhado adicional poderia suprir as necessidades de uma família de seis pessoas, gerando 21,20 quilowatts (kWh) de energia, e economizando outros 1,84 kWh por conta dos tetos solares.

Além disso, o sistema de ventilação poderia movimentar, em termos anuais, cerca de 217 milhões de metros cúbicos de ar e reduzir as emissões de dióxido de carbono em 17.768 quilogramas, enquanto o coletor de água da chuva poderia coletar cerca de 525 metros cúbicos de água.

Primeira norma técnica para cidades sustentáveis é criada no Brasil

Primeira norma técnica para cidades sustentáveis do Brasil foi aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em janeiro, a NBR ISO 37120:2017. A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores relacionados ao desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas, com o objetivo de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida.

O trabalho de estudo e tradução da norma internacional já existente para esse tema foi feito pela Comissão de Estudos Especial 268 da ABNT, uma comissão espelho da Technical Committee TC 268 da ISO, a Sustainable cities and communities, que atuou na confecção da norma internacional. A CEE 268 foi coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica (Poli) da USP, Alex Abiko.

Segundo o professor, trata-se de uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 – Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life. “Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade no que se refere à sustentabilidade.”

A iniciativa de ter uma norma nacional sobre o assunto nasceu das atividades de pesquisa do próprio Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que tem uma linha de estudos em planejamento e engenharia urbanos, e teve colaboração da doutoranda do departamento, a engenheira Iara Negreiros.

A primeira norma técnica para cidades sustentáveis contém 100 indicadores de sustentabilidade urbana e trata dos aspectos ambiental, econômico, social e tecnológico, entre outros. “Esse documento vai ajudar os municípios, governos de Estado, o Ministério das Cidades a medir a sustentabilidade das cidades, mas essas normas não estabelecem padrões”, explica Abiko.

Ou seja, a norma não fala se uma cidade é sustentável ou não, mas estabelece quais requisitos devem ser avaliados para se medir essa sustentabilidade. Engloba indicadores de diferentes áreas, tais como: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano etc.

Empresas
Além do setor público, a NBR ISO 37120:2017 também pode ser usada pelas empresas para que atestem, para clientes e governo, o quão sustentável são seus empreendimentos. “Gostaríamos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, afirma Abiko.

A norma nasceu de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber como medir a sustentabilidade das cidades e fomos investigar como isso é feito no mundo. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversos países, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul, e inclusive alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta foi, então, qual seria o melhor sistema para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta.

Nessa pesquisa pelo melhor sistema, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização, entidade que congrega as associações de padronização/normalização de 162 países do mundo, incluindo o Brasil.

“Ela foi selecionada porque é resultado da discussão e trabalho de uma entidade que reúne quase todos os países do mundo, o que dá muita credibilidade e torna a norma internacional. As outras normas que estudamos trazem elementos que são muito particulares das realidades locais, o que torna mais difícil implementá-las em contextos diferentes, enquanto a ISO sempre busca unir o melhor de todas as normas em uma só”, destaca.

Selecionada a norma ISO, a Comissão 268 passou a trabalhar na tradução do documento. Não bastava apenas traduzir para a língua portuguesa, mas fazer uma avaliação técnico-científica do documento porque, ao mesmo tempo em que não se pode alterar uma norma ISO para adotá-la e ela ser uma norma NBR ISO, é preciso fazer adaptações em itens para que a norma faça sentido ou seja adaptada à realidade brasileira, o que foi feito por meio de notas.

Um exemplo de nota brasileira está na definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos, no Brasil, os termos assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse trabalho envolveu diversas instituições e órgãos públicos, tais como a Caixa, Ministério das Cidades, Sabesp, Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato da Habitação (Secovi), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS), Poli, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), Instituto de Engenharia, entre outras, que compuseram a CEE 268.

As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE 268 são as de Sistemas de Gestão para o Desenvolvimento Sustentável, cujos trabalhos já estão avançados, as de Cidades Inteligentes e as de Cidades Resilientes, em nível mais preliminar.

“É importante participar da discussão de novas normas internacionais desde o início. Se nos aproximamos de outros países e instituições internacionais, podemos colocar nas normas internacionais as questões específicas do Brasil”, conclui Abiko.

FONTE: Sustentarqui

 

DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL – A CHEGADA DA NOVA ERA

Já sabemos de mil formas como a Humanidade pode ser destruída. Cinema, séries, jornais e até desenhos e artes retratam os infinitos caminhos da extinção, sofrimento e barbárie que podem acometer à Terra e seus habitantes.

Mas conhecemos os caminhos da regeneração? As ações e tecnologias que poderiam nos levar ao reequilíbrio como civilização? Porque devemos continuar nesta “programação” de dor, medo e escassez?

Estamos nos aproximando do ápice. Nosso planeta está no limite e nossas especialistas já não sabem o que fazer diante cenário global. (veja a ponta do iceberg em notícia de 22 de mar 2017 – Estadão: ONU confirma calor recorde e diz que clima entrou em ‘território desconhecido’ ).

Mesmo com ciclos e tendências, é inegável que a nossa atuação está prejudicando o equilíbrio da vida no planeta. E o pior é vermos nosso mundo atual como um retrato do passado. Já temos inovações e tecnologias para transformar (e regenerar) o mundo. Mas elas não recebem a atenção que gostaríamos, pois estão impedidas de florescer por ação dos “sistemas-base” da sociedade. Indústrias que movimentam o mundo, elegem candidatos e não estão interessadas em abrir mão de seus monopólios. Podemos citar como exemplos a indústria bélica (armas e explosivos), farmacêuticas (remédios e vacinas), Gás, Petróleo e Carvão.

Atualmente já sabemos que existem inesgotáveis fontes de energia limpas e sustentáveis. Apenas do Sol, a Terra recebe, em um ano, energia equivalente a quase 10 mil vezes o consumo mundial de energia. No futuro, vamos constatar incrédulos o boicote e perseguição que os inventores das novas soluções livres e renováveis sofreram ao longo da história da humanidade.

Mas neste cenário atual de expectativa e incertezas para o futuro temos que agir da forma que podemos para transmitir as novas soluções para o futuro. Mas antes devemos saber: QUAIS SOLUÇÕES EXISTEM? Sequer sabemos isso ainda!  

DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL

O “DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL” é um movimento de comunicação que tem como objetivo reunir oportunidades de práticas (cursos/vivências), conhecimentos (palestras/aulas) e informações (dados/pesquisa) sobre novas soluções e propostas para 6 áreas essenciais de uma sociedade: Transporte, Alimentação, Água, Moradia, Energia e Medicina.  

O conteúdo da DINÂMICA DA REGENERAÇÃO GLOBAL será dividido em temáticas para auxiliar na identificação dos conteúdos, e propõe a seguinte abordagem inicial sobre cada área: (por favor comente se tiver alguma sugestão de melhoria):

NOVAS SOLUÇÕES EM ENERGIA:

Parque de Geração de Energia Solar na Espanha

Geração: Formas de extrair energia de forma sustentável.

Transmissão: Métodos inovadores e soluções para energia sem fio

Armazenamento: Novas tecnologias para retenção eficaz da energia extraída. (Atualmente utilizamos o Lítio como fonte primária das baterias do mundo. Trata-se de um recurso escasso e finito, e a maior reserva de lítio do mundo está no Afeganistão. Definitivamente precisamos adotar novos materiais para realizar esta tarefa.)

 

NOVAS SOLUÇÕES EM TRANSPORTE:

Já existem diversas Propostas e soluções para o transporte público nas grandes cidades.

 

Tratar sobre as novas propostas de veículos e meios de circulação. Veículos autônomos e novos motores movidos a eletricidade ou combustível renovável. Invenções para veículos leves e transporte de cargas e passageiros, seja na terra, na água ou no ar.

 

NOVAS SOLUÇÕES EM MORADIA:

Prédios auto-suficientes e com arquitetura favorável podem abrigar milhares de pessoas de forma sustentável.

Arquitetura (design): Formas que aproveitam os elementos naturais do ambiente, como luminosidade, umidade, etc e geram melhores ambientes para convívio e aprendizado.

Engenharia (construção): Tecnologias e métodos eficientes para construção de casas, comércios e indústrias.

NOVAS SOLUÇÕES EM ALIMENTAÇÃO:

As chamadas “fazendas verticais” são propostas plausíveis para produzir alimentos orgânicos em ambiente controlado e de forma extremamente eficiente, com hidroponia e aeroponia.

Produção (agricultura): Novas propostas para geração de alimentos de forma mais produtiva usando menos recursos. Metodologias de cultivo descentralizado de alimentos;

NOVAS SOLUÇÕES PARA A ÁGUA:

Nomeado Warka Water, foi feito para recolher a umidade do ar por condensação e depositar a água até um recipiente. Constituído por uma torre de 10m, ele pode gerar cerca de 100 litros de água/dia.

Técnicas eficientes para captura e armazenamento de água em diversos tipos de ambientes, bem como formas de realizar a filtragem da água para consumo humano.

 

NOVAS SOLUÇÕES EM MEDICINA

O avanço da compreensão e manipulação do DNA está inaugurando uma nova era na medicina.

Novas propostas para diagnóstico, tratamento e realização de procedimentos cirúrgicos.


 

Vamos compartilhar todos esses conteúdos em futuros posts, e também reunir todos em uma página fixa aqui do Blog que será lançada em breve. Se você gostou desta ideia de reunir conteúdos sobre esse tema e assuntos e gostaria de contribuir de alguma forma, deixe seu comentário ou envie email para jornalistadanovaera@gmail.com.

Participe também da nossa página no Facebook para ampliar essa comunidade nas mídias sociais: facebook.com/JornalistadaNovaEra

Vamos juntos fortalecer os movimentos de regeneração e sustentabilidade para um futuro possível ao planeta. E, principalmente, termos ciência de que todas as soluções já existem. Precisamos apenas colocá-las em prática. 

 

Tecnologias de Controle Climático se Espalham pelo Mundo

Descrição da metodologia da tecnologia utilizada para fazer chover no Deserto do Saara de forma artificial.

Alheios ao conhecimento da sociedade, cresce o uso das tecnologias para influência climática. Um dos usos mais clássicos, que já tem sido estudado há muitas décadas, é a capacidade de criação de nuvens de tempestades pela atuação de íons livres na atmosfera.

Em Abu Dhabi, cientistas afirmam agora ter criado mais de 50 tempestades artificiais a partir de um céu limpo. E tudo isso ao longo de 10 anos. Segundo a Arabian Business, as tempestades faziam parte de um projeto secreto, apoiado pela Suíça, encomendado pelo xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos e líder de Abu Dhabi. Chamado de “Weathertec”, o projeto climático – estimado em US $ 31 milhões – utilizou ionizadores que se assemelham a abajures gigantes para gerar campos de partículas carregadas negativamente, que criam formação de nuvens, em toda a região do Al Ain, informou o Telegraph.

Em 52 dias ao longo de Julho e Agosto de 2016 choveu na região, mesmo sem nenhuma previsão dos meteorologistas. Embora fascinante, esta não é a primeira vez que os cientistas tentam influenciar com os ciclos da Natureza. A China vem trabalhando com a plantação de nuvens há anos, na tentativa de reduzir seu gravíssimo problema de poluição atmosférica. Muitos outros experimentos com tecnologias de controle climático já foram, e têm sido, utilizados pro alguns países do mundo.

A idéia de que o Oriente Médio e outras regiões desérticas poderiam realmente ser capaz de criar chuva tem possibilidades incríveis para resolver grandes problemas decorrentes da seca. No entanto, as consequências da intromissão com a natureza neste nível ainda não foram estimadas. Estamos influenciando um equilíbrio construído em bilhões de anos.

TECNOLOGIAS DE CONTROLE CLIMÁTICO SE ESPALHAM PELO MUNDO

Atualmente existem no mundo ao menos 13 bases apelidadas de HAARP – High Frequency Active Auroral Research Program “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”. Este programa começou a funcionar em 1993, no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, e se trata, oficialmente, de um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. Sua justificativa é compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

The High Frequency Active Auroral Research Program site, Gakona, Alaska, is pictured with Mount Wrangell in the background.
U.S. Air Force photograph

Segundo comunicados oficiais, o objetivo é ampliar o conhecimento sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP). Porém, centenas de cientistas e pesquisadores afirmam que sua utilização influencia diretamente as condições climáticas, podemos intensificar fenômenos naturais e alterar os padrões naturais da natureza. Além disso, a relação dessas bases com órgãos militares amplia a obscuridade em relação aos reais motivos de sua existência.

Veja abaixo a reportagem da TV Record sobre o assunto (única emissora da grande mídia a abordar o tema):

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

-> Para Saber mais sobre o funcionamento do HAARP no link do TECMUNDO: HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica

Veja abaixo o Mapa mundial das bases HAARP no mundo:

Agora assista ao vídeo abaixo que mostra pelo Google Earth a localização de cada uma delas:

A Realidade que nos ocultam

Muitas coisas estão correndo em nosso mundo e não está sendo transmitida a população. As tecnologias para “controle” climático já é uma realidade, bastando uma breve investigação sobre o assunto para encontrar infinitas evidências e referências das mais variadas sobre o assunto.

Aspecto atmosférico demonstra a influência nos padrões de nuvens após a utilização do HAARP. Foto de 17 de marçõ 2017.

É preciso ter consciências que estamos adentrando em uma era onde o Poder do Homem deverá ser redirecionado para favorecer o equilíbrio da vida, caso contrário não poderá haver futuro. Se continuar desta forma, a humanidade entrará em colapso em algumas dezenas de anos.

A manipulação de consciências é algo tão grave quanto as tecnologias de controle climático que vemos emergir no mundo. Devemos nos informar para contribuir com o despertar das consciências expondo as evidências ocultas. Apenas unidos, em rede, poderemos retomar a consciência global para o caminho de Paz e Cooperação.

Lembre-se que acima do livre-arbítrio do Homem, está o equilíbrio da vida. O planeta é um ser vivo e irá agir caso o câncer se torne incurável pelos tratamentos paliativos. Veja mais sobre o propósito da atuação do Homem no Mundo, no post: “Qual o papel do Ser Humano no planeta?

 

Qual o papel do Ser Humano no planeta?

Toda vida existe por algum significado. Cada ser do planeta, em todos os seus Reinos (Reino das Plantas, Reino dos Animais, Reino dos Fungos, Reino Protista e Reino Monera) exercem uma função para o equilibrio e evolução da vida. Até mesmo os minerais, a água, o ar e o fogo contribuem para a caótica harmonia da vida. Mas, diante de tantas atrocidades e devastação que a nossa civilização tem provocado ao planeta, como podemos interpretar a contribuição do Ser Humano neste movimento de expansão e evolução?

O Planeta é vivo: Teoria de Gaia

Criada em 1969 pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, com apoio da bióloga norte-americana Lynn Margulis, a Teoria de Gaia defende que nosso planeta é um gigantesco organismo vivo, capaz de se auto-regular e se adaptar para garantir a manutenção da vida. Apesar da nossa percepção de vida dificultar a compreensão do Planeta como um ser vivo, atualmente esta teoria é amplamente aceita por muitas comunidades científicas.

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As evidências são muitas. Um delas trata da composição da atmosfera, que parece depender da atuação dos seres vivos do planeta. Pesquisas comprovaram que sem a presença dos seres fotossintetizantes (as plantas por exemplo), o teor de gás carbônico (CO2) na atmosfera seria altíssimo, enquanto que nitrogênio (N2) e oxigênio (O2) teriam concentrações muito baixas, impossibilitando a manutenção da vida. Desta forma, observa-se como se o próprio planeta intervenha nessas relações, tornando-a mais adequada à sobrevivência dos organismos. Nosso planeta, ou Gaia (em homenagem a deusa da “mãe natureza), possui capacidade de auto-regulação a partir da interação entre seres vivos (os 5 Reinos citados acima) e os nãos vivos (fogo, terra, água, ar, éter)

O Poder do Ser Humano

Ocupamos o topo da cadeia alimentar e somos dotados de autoconsciência e capacidade de superar limites e impor nossas vontades sobre a Terra os animais. E é justamente dessa capacidade de transformação que origina o verdadeiro Poder do Ser Humano: transformar o mundo a sua volta. Praticamente tudo que fazemos como civilização envolve algum nível de transformação. Seja na alquimia da culinária diária, no processo de industrialização, ou no impacto individual que provocamos no meio ambiente

As ações dos seres humanos no planeta tem provocado ajustamentos por parte do planeta, uma vez que estamos intervindo no equilíbrio e manutenção da vida. A emissão de gáses nocivos na atmosfera, o desmatamentos desmedido das florestas, a concentração de renda, a destruição de afluentes e rios causam sérios danos ao grande organismo vivo e aos outros seres vivos, inclusive ao próprio ser humano. A intensificação de fenômenos climáticos é consequência das nossas próprias ações.

Dentro da visão da Teoria de Gaia, o Ser Humano é a espécie responsável pelo papel de intervir e transformar sua estrutura e ambiente com o objetivo de facilitar, fortalecer e proteger a evolução da vida. Por exemplo, para se desenvolver uma cidade é preciso muita intervenção. Apenas desta forma, pode-se garantir uma vida digna às pessoas, com lazer, saúde, saneamento básico, transporte, etc. Sendo assim, o Ser Humano transforma o ambiente para possibilitar a prosperidade da sua espécie. O problema atual é o pensamento individual, e não sistêmico, da vida. Devemos (e podemos) utilizar nosso poder de transformação, mas sob a ótica de TODAS as espécies que compõe o equilíbrio do ambiente afetado. E não apenas em benefício de nós mesmos. Podemos construir cidades, mas da forma mais equilibrada possível.

Nosso planeta chegou ao momento de estafa por nossas ações, e agora precisa também da nossa atuação para não entrar em colapso. Somos responsáveis por tudo isso. Devemos enfrentar as consequências e provar que podemos reconstruir tão bem quanto destruímos.

A humanidade precisa acordar para a realidade da vida

Através de meios externos que impuseram crenças e costumes, fomos levados a escolher o caminho que está devastando o nosso planeta, o caminho da predação, exploração e individualização das relações. “Eu tenho”, “Eu quero”, “Eu lucro”, “Eu mereço”,  “Eu Posso”. Nos esquecemos do “Nós”. Aprendemos a exercer o PODER SOBRE e não o PODER COM.

Nos esquecemos que a vida é feita de um perfeito equilíbrio e que somos parte desse ambiente e evolução. Não como visitantes, mas como parte integrante. Nossas células são formadas pelos mesmos elementos que formam nossas praias, montanhas e rios. Nós SOMOS a Terra, e não apenas estamos na Terra. Ao menos enquanto permanecermos em corpo físico vivenciando sua realidade.

Diante deste momento de transição planetária, precisamos urgentemente “acordarmos” para a realidade da vida. A necessidade de contribuirmos para a manutenção/correção/regeneração dos padrões saudáveis e equilibrados da vida. Só assim conseguiremos superar centenas de anos de destruição em décadas de renascimento.

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Como Podemos Transformar o Ambiente

Como Ser Humano, você tem o poder de transformar o seu meio. E ele pode ser exercido não apenas em sua interpretação básica de intervenção ambiental ou transformações físicas. Lembre-se da frase “Tudo que nossos olhos veem são como pálidos reflexos do que existe verdadeiramente”. Sendo assim, seus pensamentos, sentimentos, expressões e palavras afetam a realidade a seu redor, da mesma forma que uma retroescavadeira retira a terra de um morro. É isso que a física quântica também tem demonstrado.

Repare como a irritação, stress, impaciência, raiva, pessimiso e rancor das outras pessoas e notícias interferem nos seus padrões de pensamento e sentimento. Perceba como você é contaminado por toda essa energia que se amontoa em tempos (eternos) de “crises e recessões”.

Escolha se tornar consciente deste processo e DECIDIR não fazer parte de sua rede de influência. Para isso, você vai precisar se auto-conhecer para ACEITAR E SUPERAR seus erros e limitações. O desespero e a revolta devem ser inteiramente superados para você se desconectar da frequência desses sentimentos.

Somos como estações de rádio. Captamos e atraímos as frequencias dos pensamentos e sentimentos que emitimos.

Sendo assim, devemos reivindicar nossa capacidade de transformação para conseguirmos impor no planeta o futuro de paz e harmonia que somos capazes de construir juntos com a Sabedoria nos pensamentos e o Amor nos sentimentos.

 

Novo Minério transforma luz solar, calor e movimento em energia elétrica

kbnno minerio energia

A tecnologias para energia renovável acaba de ganhar um reforço de peso, vindo de cientistas cientistas da Universidade de Oulu, na Finlândia. E o melhor: A expectativa é que o mineral já esteja pronto para ser comercializado em 2018.

A descoberta reforça a percepção de muitos de que todas as soluções para o futuro da humanidade estão em nosso próprio planeta. E que vivemos o início de uma era onde iremos ampliar toda sabedoria e tecnologias para regeneração do planeta.

A descoberta do minério chamado KBNNO, classificado como um tipo de cristal e pertencente a família Peroskvita, tipos raros de minérios capazes de produzir energia elétrica utilizando apenas uma ou duas fontes específicas surpreendeu a comunidade científica do mundo (os painéis solares são produzir com eles por exemplo). E o motivo da surpresa é a polivalência do KBNNO, pois ele é o único minério descoberto na Terra (até o momento) capaz de produzir energia a partir de todos os estímulos possíveis (luz, pressão, movimento e calor). E tudo ao mesmo tempo!

COMO FUNCIONA

Inversão dos polos magnéticos do KBNNO por luz, pressão, movimento ou calor é o  motivo da geração de energia.

Inversão dos polos magnéticos do KBNNO por luz, pressão, movimento ou calor é o motivo da geração de energia.

De acordo com os pesquisadores da universidade, e a publicação do Applied Physics Letters, o KBNNO é um “material ferroelétrico” com moléculas polares, ou seja, que funcionam como as agulhas de uma bússola reproduzindo o polo sul e o Norte ao redor de si.

Quando são estimuladas por algum fator físico, como raios solares ou pressão, por exemplo, esses polos acabam se desalinhando – o que desencadeia uma corrente elétrica.

 

APLICAÇÕES POSSÍVEIS E DESAFIOS

Sabemos que os cristais são amplamente utilizados em todos os equipamentos eletrônicos e possuem ampla relação com o armazenamento e transmissão de informações.E que inclusive, você ja viu no post “Por Dentro do Cérebro: Tudo que você precisa saber sobre a Glândula Pineal“, que possuímos cristais de apatita no interior do nosso cérebro. Desta forma, o KBNNO, pode ser uma alternativa para produção de baterias para celulares, tablets e diversos equipamentos eletrônicos. Além disso pode representar um modo alternativo de carregar aparelhos elétricos, sem depender unicamente de uma fonte energética.

Atualmente utilizamos o Lítio como principal minério para produção de baterias. Porém, esse fato é um grande problema, pois trata-se de um minério não renovável e que sua principal reserva está no Afeganistão. Não podemos substituir o petróleo por outro recurso escasso. (Veja mais em: “EUA revelam reservas de cobre e lítio de US$ 1 tri no Afeganistão, diz jornal

O único empecilho dessa nova descoberta seria a eficácia da produção de energia, que é menor em comparação com outros minérios da família perovskitas especializados, como a de células solares – que já são usadas em tecnologias de captação de luz. Mais baratas, já bateram o recorde de eficiência, passando de 3,8% de conversão de eletricidade em 2009, para 25,5% em 2016. Mas, enfrentam um problema natural: e quando não há luz do Sol? Com o KBNNO não haveria esse problema, pois funcionaria com outras fontes além do sol.

 

Os estudos estão apenas iniciando. Os cientistas acreditam que se encontrarem a composição e aplicação ideal, poderão aumentar sua eficiência energética e transformar os painéis solares, por exemplo, em materiais muito mais eficazes e capazes de gerar energia por vários estímulos diferentes.

Vamos aguardar por novidades. Mas já se trata de uma bela descoberta para esse início de 2017.

 

Compreendendo a Transição Planetária [Vídeo]

A partir de hoje, inicia-se um novo projeto no blog: vídeos com pensamentos e percepções a cerca das evidências do período de transição que vivemos.

Assista abaixo o vídeo #1 sobre o tema “compreendendo a transição planetária”: