A sociedade do amanhã pode ser incrível. Mas como superar a transição?

O mundo do amanhã pode ser incrível! Todos nossos confortos e conquistas da vida moderna, porém de forma inteligente, adaptada e sustentável.

A liberação de patentes (Toyota acabou de liberar mais de 24.000 patentes como também liberou a Tesla Motor) é um dos prenúncios mais importantes desta nova realidade de nosso possível futuro breve. Um Tempo em que soluções criativas em todos os níveis farão parte do cotidiano das cidades e comunidades rurais.

Motores que são movidos pelos elementos que compõe a água (hidrogênio / oxigênio), geradores magnéticos e até pneus que geram energia e despoluem o ar já existem e estão cada dia mais fortes. (veja esta solução apresentada pela Goodyear em 2018: https://www.regeneracaoglobal.com/solucao/359)

Estradas conectadas com smartphones para avisar sobre trânsito, acidentes, chuva ou serviços e comodidades. Prédios integrados para sistemas inteligentes que controlarão desde a iluminação, ar condicionado até avisos sobre manutenção e necessidade de melhorias.

Por mais que tudo pareça ficção científica, é realidade em muitas comunidades e frentes independentes pelo mundo, muitas soluções consideradas “incríveis” para a vida cotidiana, já se estabeleceram nesses lugares e estão expandindo. Atualmente possuímos mais de 10 bilhões de objetos conectados à Internet, e projeções dizem chegar a 50 bilhões até 2020. Até árvores, mesas e colchões estão enviando informações em tempo real para melhor utilização, estudo e pesquisa de novas tecnologias e inovações.

O ponto da virada

A grande questão não é se teremos esta realidade no futuro, mas sim se conseguiremos realizar a transição de forma equilibrada e colaborativa.

Para que o mundo de soluções disruptivas e “opensource” (livres para cocriação) floresca e se estabeleça será preciso uma profunda transformação nos conceitos e direitos estabelecidos pelo atual modo de produção.

Um dos possíveis primeiros (e mais complexos) passos seria o estabelecimento, de algum modo, que todos os recursos naturais e localidades essenciais para os ciclos terrestres sejam considerados bem de toda humanidade, e geridos de forma cooperativa entre muitas frentes do mundo com apoio de soluções em alta tecnologia para mapeamentos e medições.

Todo “modus operanti” do sistema atual deverá ser atualizado. Os sistemas descentralizados da atualidade não fazem mais sentido na sociedade digital em que vivemos. Apenas a dinâmica e funcionamento em rede distribuída, como as mídias sociais permitem, é capaz de gerar um sentido de consenso a nível complexo que a sociedade exige. Todos devem participar e se sentir parte das soluções. Apenas a tecnologia pode oferecer esta possibilidade a nível global.

Algumas tecnologias já disponíveis (ou em estágio inicial) serão as bases desta nova “sociedade regenerativa”. A Computação quântica, a tecnologia/conceito que está sendo chamado de “Holochain” e as redes de Inteligência Artificial integrada estarão presentes em praticamente todos os sistemas para macro e micro gestão dos sistemas terrestres e da relações entre a sociedade humana.

Desde as pequenas comunidades em meio a florestas até os maiores centros urbanos estarão integrados nesta grande base de conhecimento sobre os sistemas do planeta Terra e os impactos da ocupação humana. Nossas decisões serão auxiliadas pelas análises em tempo real de zilhões de dados sobre o meio ambiente e a sociedade humana.

Mas tudo isso só se tornará realidade se a humanidade, se nós, com nossas diferentes culturas ESCOLHERMOS o caminho da cooperação, cocriação e transparência absoluta em todas as relações produtivas. De empresas, até as famílias e profissionais de governos, todos terão a chance de fazer a escolha entre o caminho da competição, individualismo e medo ou o caminho da coletividade, confiança e senso de cooperação. Isso já esta acontecendo. E a todo momento somos conduzidos a escolhas entre o “eu” e o “nós”, entre o “ter” e o ser”. Estas decisões individuais, somadas, definirão nosso futuro como humanidade.

Para realmente alcançarmos este novo “mundo regenerativo”, em uma transição com equilíbrio, teremos que aprender sobre a essência mais importante deste amanhã: a COOPERAÇÃO. 🙂

Todas as soluções ja existem. Iremos evoluir ou silenciar o novo?

Carro movido a água salgada. Criado na Suíça, testado por mais de 10mil quilômetros e já no 3º modelo. Sistema de captação e armazenamento de água no deserto, que cria um grande iceberg sobre a areia quente com energia solar e nanotecnologia. Solução para regeneração de águas capaz de reverter, sem química, até mesmo as água afetadas pelo barro tóxico das mineradoras. Tudo isso já testado, validado e já disponível.

É incrível constatar que vivemos em uma sociedade primitiva em relação às próprias soluções que já existem e estão disponíveis para serem multiplicadas pelo mundo. É como se estivéssemos escolhendo por livre e espontânea vontade o caminho do insustentável, da escassez, da extinção.

Diante de soluções fantásticas e de livre acesso, o dinheiro faz sucumbir o progresso na estratégia de negócios da compradora, com a elogiada estratégia monopolista. A cada nova crise, mais concentração de poder e renda nas mãos de pouquissimos (apenas 8 pessoas já possuem mais que 50% da população – 4 BILHÕES de pessoas).

A constatação de enorme desequilíbrio nos demonstra a inerente incongruência deste modelo. Isso não pode ser o melhor que podemos fazer como raça humana! Mais de um BILHÃO de pessoas sem água nem alimento para viver, mesmo com produção de alimentos maior que o consumo. Nós ainda queimamos alimentos quando produzimos muito para não “desvalozirar” o produto. Isso não pode ser normal nem gerar conformismo.

É como um sistema que aprisiona a humanidade aos mesmos valores que criaram a revolução industrial, mesmo ela já não se aplicando mais a realidade de hoje. Nem Karl Marx, nem Adam Smith, nem
John Locke ou qualquer outro pensador que formou a base conceitual da nossa sociedade jamais podiam imaginar (e nem prever) o advento da internet e a sociedade ultraconectada com as mídias sociais, dando voz e poder para qualquer pessoa com uma informação de valor.

O desafio agora é evoluir do “PODER SOBRE” para o “PODER COM”. Um novo modo de produção mais baseado na cooperação que na competição, na coletividade ao individualismo. Precisamos atualizar o sistema que rege a metodologia de funcionamento do dinheiro, pois esta é a essência da sociedade primitiva e absolutamente insustentável em que vivemos. Tudo se justifica pelo crescente lucro e resultados aos “steakholders”. Tudo mesmo.

Como em um filme de drama, nosso roteiro não permite muito tempo para realizarmos esta complexa e profunda mudança.

Segundo a ONU e estudos independentes, o clima da Terra já está em “território desconhecido”, ou seja os fatos atuais já não têm paralelo desde o início das medições. São centenas de indicadores em recordes históricos. .. da mudança de acidez e temperatura dos oceanos as alterações de chuvas/secas, cobertura de gelo, extinção de animais essenciais e gases na atmosfera.

Estamos testando os limites de nosso magnífico e abundante planeta ao extremo, mesmo ja possuíndo as soluções necessárias para uma nova sociedade.

Até quando?

No amanhã, depois da transição, este período de curtíssimo prazo onde grandes e definitivas mudanças ocorrem, qual sociedade teremos? Uma humanidade de Regeneração, agindo em coletivos e compartilhando tecnologias e soluções, ou uma humanidade de Extinção, agindo por interesses próprios e monopolizando soluções?

As respostas ninguém têm. Mas como seres participantes deste momento, o chamado é para agir de alguma forma para lidar com tudo isso. Cada um a sua maneira, em seu porte e relevância… Criando, fazendo e acreditando que é possível transformarmos este mundo primitivo de ganância e individualismo em uma sociedade regenerativa de cooperação.

Como diz o conselho de Steve Jobs, um dos maiores líderes dos nossos tempos: “Tenha coragem de seguir o que seu coração e sua intuiçâo dizem. Eles já sabem o que você realmente deseja. Todo resto é secundário.”

Portanto, sintonize sua intuição, medite, e contribua ativamente para a adoção de novos comportamentos e hábitos que sejam mais integrados com o seu interior. Encontre a sua verdade, a sua bússola para a evolução.

Pra começar, basta um sorriso sincero ao próximo doar.
O que hoje faz chorar, amanhã lembrará sobre o valor do Amar.

LINKS

Compartilhamos a esperança coletiva ou a revolta individual?

Enquanto muitos debatem se o mundo esta melhorando ou piorando, temos o poder de decidir o lado que queremos fortalecer:

Compartilhamos a esperança e o incentivo a novos modelos, ou nossos conteúdos aprofundam o sofrimento e a lamentação/revolta por um sistema apodrecido? Compartilhamos a esperança coletiva ou a revolta individual?

Vivemos na Era da Informação. Use sua influência digital e sua possibilidade de interação para favorecer conhecimentos e práticas sobre soluções e um novo sistema cultural que possibilite o equilíbrio e sustentabilidade em nosso modo de vida e processos produtivos.

Todas as soluções já existem. Mas quem as colocarão em prática? A liderança é fundamental nestes tempos em que “uma grama de ação vale mais que uma tonelada de teoria”. Cada conteúdo que estimulamos importa nestes tempos de transição.

O chamado é forte. Seja grande ou pequeno, fortaleça iniciativas para uma nova sociedade regenerativa. Se não por você, pelos outros que ainda virão.

A decisão é interior, mas a consequência é coletiva. 
Apenas com união e senso de comunidade podemos alcançar uma sociedade regenerativa.

14/01/2019

Novo estado dos EUA impõe restrições ao principal herbicida da Monsanto

O Tennessee tornou-se o quarto estado a impor restrições ao principal herbicida da Monsanto, o Dicamba.

Os agricultores do estado afirmaram que o herbicida se expalhou para fazendas vizinhas, danificando as culturas que não foram geneticamente modificadas para suportá-lo.

O Tennessee segue o estado de Arkansas, Missouri e Kansas, mantendo a gigante global Monsanto como a responsável pelos danos ambientais. Dicamba é o principal ingrediente dos herbicidas produzidos pela Monsanto, BASF e DuPont para uso em soja e algodão que foram geneticamente modificados para tolerar o produto químico. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) aprovou o dicamba como seguro para uso em 2016 contra ervas daninhas de folhas largas.

Apesar de sua suposta eficácia, os agricultores do sul dos Estados Unidos dizem que o dicamba custou aos seus vizinhos milhares de dólares em colheitas perdidas devido à sua derrapagem para as fazendas vizinhas. Diversas ações judiciais já foram movidas contra produtores de dicamba. Um fazendeiro em Wyatt, Missouri, Hunter Rafferty, disse à Reuters: “Nós tivemos danos em quase todos os acre de soja que cultivamos no sudeste do Missouri. Na nossa pequena cidade, as azáleas, as plantas ornamentais, as pessoas perderam suas hortas. É um grande problema.

De acordo com Rafferty, 3.000 a 4.000 acres de soja em sua fazenda da família foram comprometidos por causa do dicamba à deriva. Ele diz que as folhas das plantas se contraíram em formas semelhantes a taças – um sinal de alerta de que as sementes de soja foram de alguma forma alteradas.

Aparência das folhas que recebem Diacamba.

A Monsanto rejeitou essas alegações como divagações de agricultores sem instrução. Eles insistem que esses são desafios enfrentados por toda e qualquer estratégia de adoção antecipada. Representantes da Monsanto compararam a contaminação cruzada a dores de cabeça semelhantes enfrentadas pela empresa quando lançou as culturas resistentes ao glifosato Roundup Ready há 20 anos; uma situação que foi “consertada” mesmo quando os relatórios recentes sugerem o contrário. (saiba mais em: Monsanto: História de Contaminação e Encobrimento.)

“Em quase todas as tecnologias no primeiro ano há problemas que você precisa resolver”, disse Robb Fraley, diretor de tecnologia da Monsanto, em resposta às ações judiciais do dicamba.

Fraley se une aos porta-vozes da BASF e da DuPont que implicam o manuseio inadequado, ao invés de questões químicas inerentes, como a causa das colheitas danificadas. Ele diz que os fazendeiros não seguem os rótulos das aplicações, usam equipamentos contaminados e até mesmo compram formulações mais antigas do herbicida para economizar nos custos, mas que são mais propensos à deriva. No entanto, ele disse que a Monsanto irá procurar salvaguardas adicionais para o uso do produto.

Dicamba foi desenvolvido para combinar com sua linha Xtend de soja e algodão que foram projetados para lidar com o herbicida. A linha destinava-se a substituir produtos anteriores que continham apenas glifosato. Em 1970, a Monsanto introduziu culturas resistentes ao glifosato para combater o rápido crescimento de ervas daninhas destruidoras de plantas.

No final do ano passado, a Monsanto apresentou sua nova formulação de dicamba, comercializada como XtendMaxTM. O herbicida foi relatado como de baixa volatilidade, o que a empresa descreveu como sendo menos propenso a se tornar mais flexível, e intrigante, mais capaz de “maximizar o potencial de produção”. Em seu comunicado oficial, a Monsanto projetou mais de 15 milhões de Roundup. Pronto 2 Xtend acres de soja, bem como três milhões de acres de algodão Bollgard II XtendFlex até o final de 2017.

Essas estimativas podem não se concretizar, no entanto, dadas as últimas restrições impostas pelo Tennessee. Parte destas diretrizes incluem permitir a aplicação apenas das 9h às 16h e proibir o uso de formulações dicamba mais antigas.

O comissário de Agricultura do Tennessee, Jai Templeton, disse: “Estou confiante de que podemos resolver esse problema, como em outros casos, para garantir o uso seguro e eficaz dessas ferramentas”.

Fontes:

NatualNews.com

Reuters.com

News.Monsanto.com

BusinessInsider.com

CEN.ACS.org

A intensificação dos fenômenos climáticos e a necessidade de uma nova sociedade

Temos visto e cada dia mais vivenciado a intensificação dos fenômenos climáticos em nossas cidades. Recordes de 30, 60, 90 anos são ultrapassados a cada instante de nossa realidade.
 
Com o avanço tecnológico dos instrumentos de medição hoje sabemos de milhares de formas que o planeta está sendo fortemente impactado pela atividade humana.
 
Nosso modo de viver como civilização é absolutamente primitivo e nocivo aos ciclos naturais deste Planeta. É inadmissível a continuidade destes processos, se quisermos evoluir em harmonia, e não destruição e sofrimentos.
 
Na base de tudo esta a CULTURA CIVILIZATÓRIA, que é o último, e mais desafiador, aspecto da transição de sistema de uma sociedade.
 
Esta cultura de consumo, competitividade, individualismo, concentração, exibição, ostentação são absolutamente contrários do sistema que teremos que adotar para superarmos estes desafios que se apresentam.
 
Infelizmente, a humanidade já depende das soluções tecnológicos para regenerar os impactos que continuam se multiplicando, ao invés de ja deverem estar controlados. Ou seja, deverá haver PROATIVIDADE individual e coletiva para regeneração dos ciclos naturais que estão sendo massacrados pelo poder do dinheiro e da incessante necessidade de crescimento das civilizações humanas.
 
Não será fácil, pois o nível é crítico e a teimosia e egoísmo dos líderes mundiais atuais é grande, mas será imensamente possível conforme a mobilização global se intensifica, e as ações individuais se tornarem coletivas.
 
Em 10 anos será possível revertar 100 anos de destruições, o que causará grande impacto em uma geração inteira, que verá o poder e os benefícios das ações positivas e da sustentabilidade absoluta em todos os processos.
 
Crescimento descontrolado é câncer. E é exatamente isto que representa a humanidade atual. Portanto, reduzir impactos e reutilizar recursos é tão (ou mais) importante que reciclar.
 
Uma nova consciência está surgindo e se consolidando entre os que buscam respostas e o autoconhecimento. Coletivos e comunidades estão formando intensas correntes amorosas e regenerativas.
 
Afinal, após bilhões de anos de evolução, é isso que somos capazes de fazer? Destruir nosso próprio planeta?
 
O chamado é grande para ação. Quais atitudes sustentáveis você está promovendo em seu dia-a-dia?
Se a humanidade fosse seguir seus hábitos, como estaríamos?
 
A mudança exigirá sair completamente da zona de conforto. E isso será motivo de guerra para muitos que ainda estarão presos aos velhos sistemas de crenças e cultura.
 
Ousar. Fazer. Tentar. Acreditar. Desafiar. Respeitar. Transformar. São todas palavras-chave para os novos tempos se tornarem realidade. E, todas elas, sob uma única essência: Amar.
 
Levanteis os que acreditam!
É HORA DE AGIR!

A transição para uma sociedade cooperativa

As bases tradicionais da nossa sociedade estão se desmantelando com a velocidade das conexões e a infinita cocriação que a rede permite. Nossos países, empresas e famílias já são dependentes da internet nesta era da comunicação.

Estamos entrando em uma sociedade aberta, cooperativa, com projetos e estratégias que permitem verdadeiramente a participação e cocriação das pessoas.

Compartilhar resultados, inspirar pelo exemplo e realmente se importar com as pessoas. Este é o caminho que marcas (e pessoas) serão cada dia mais incentivadas a escolherem.

Como os navegadores do sec XVI, não sabemos ao certo onde iremos desembarcar ou se até descobriremos uma nova terra desconhecida, mas é certo que navegar em novos mares é preciso.

Vivemos os tempos MUTÁVEIS, onde o foco e chamado é para se desprender dos antigos sistemas e metodologias e criar o novo de todas as formas e maneiras.

Assim como a internet, iphone e centenas de invenções que transformaram a sociedade, estamos nos anos que precedem uma nova descoberta transformadora. Ainda não sabemos da nova soluções que em breve irá ser apresentada/compreendida, mas sabemos que este é sempre o destino da Natureza quando algo precisa se reequilibrar.

Precisamos parar de colocar tanta energia em discutir e conhecer os nossos infinitos problemas e injustiças! É tempo de FOCO NAS SOLUÇÕES, nas propostas, ideias e iniciativas que podem nos levar a uma nova forma de viver, em maior equilíbrio.

Não compartilhe o que é negativo. Não amplie estas egrégoras de dor. Compartilhe apenas as soluções e os novos caminhos que favorecem nossa sociedade e a nossa cura e autoconhecimento individuais.

Tudo esta conectado. Você está cocriando o futuro da humanidade. Somos todas células de um mesmo organismo vivo chamado Terra.

 

China planeja lançar uma ‘lua artificial’ para iluminar os céus noturnos

BEIJING, CHINA (Photo by VCG/VCG via Getty Images)

Os céus noturnos podem em breve ter companhia: cientistas chineses planejam lançar uma lua artificial em órbita até 2020 para iluminar as ruas da cidade depois de escurecer.

Os cientistas esperam pendurar a lua feita pelo homem sobre a cidade de Chengdu, capital da província de Sichuan, sudoeste da China, de acordo com um relatório da mídia estatal chinesa. A imitação do corpo celeste – essencialmente um satélite iluminado – terá um revestimento reflexivo para lançar a luz do sol de volta à Terra, onde ela irá suplementar as luzes da rua à noite.

Os cientistas estimaram que ele poderia ser oito vezes mais luminoso que a lua original. Também irá orbitar muito mais perto da Terra; cerca de 500 km (310 milhas) de distância, em comparação com os 380.000 km da lua (236.000 milhas).

Mas o ambicioso plano ainda não “iluminaria todo o céu noturno”, disse Wu Chunfeng, chefe da Sociedade de Ciência da Nova Área de Tian Fu, ao China Daily. “Seu brilho esperado, aos olhos dos humanos, é em torno de um quinto dos postes normais.”

Wu estimou que novas luas poderiam salvar a cidade de Chengdu em torno de 1,2 bilhão de yuans (US $ 173 milhões) em custos de eletricidade anualmente, e poderia até mesmo ajudar socorristas durante apagões e desastres naturais. Se o projeto for bem-sucedido, poderá ser acrescentado mais três adições ao céu noturno em 2022, disse ele.

Mas muito mais testes precisam ser feitos, disse Wu, para garantir que o plano seja viável e não tenha um efeito negativo sobre o ambiente natural.

“Nós só realizaremos nossos testes em um deserto desabitado, para que nossos raios de luz não interfiram em nenhuma pessoa ou equipamento de observação espacial baseado na Terra”, disse ele ao Daily.

As metas de espaço da China não são inéditas. Na década de 1990, a Rússia experimentou o uso de um espelho orbital para refletir a luz solar em algumas de suas cidades do norte, desprovidas de sol, segundo o New York Times. O projeto foi abandonado em 1999 depois que o espelho não se desdobrou e foi incinerado na atmosfera.

Em janeiro, a firma americana Rocket Lab lançou uma estrela artificial no espaço. Mas os cientistas criticaram a “Estrela da Humanidade”, como o mini-satélite refletivo foi apelidado, por contribuir para a poluição luminosa artificial e confusão na órbita da Terra.

REFLEXÃO:

A humanidade já provou com toda a genialidade que é capaz de criar as maiores inovações imagináveis. Agora, precisamos provar que conseguiremos aplicá-las para superar os problemas ainda primitivos que temos no planeta e estabelecer uma sociedade de regeneração na Terra.

A mudança é inevitável. Mas temos o livre-arbítrio para construir um caminho onde o abalo da transição seja mais suave. A rede das soluções precisa ser estabelecida e unificada para ser concretizada.

Empenho e leveza para favorecer o equilíbrio, a vivência em paz e a bússola interna da Sabedoria pautada no Amor.

Fonte da informação:
TIme Magazine